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20 de Abril de 2010
Cartório de Registro Civil e Notas de Avanhandava celebra 100 anos de existência
Instalado em 1910, o cartório de Registro Civil e Notas de Avanhandava, completa, no dia 20 de abril deste ano, 100 anos de existência. Desde outubro de 2005, a serventia é administrada pela Oficiala Marília Carvalho de Negreiros. O primeiro ato do registro civil lavrado no cartório foi o de óbito, em 26.05.1910. No mesmo mês foi feito o primeiro registro de casamento, em 30.05.1910. Já o de nascimento, em 04.06.1910.
Provindo de Franca, em 1904, o Cel. Antônio Flávio Martins Ferreira adquiriu 3500 alqueires de terras no vale do rio Tietê, entre os rios Bonito e Dourado e aí fundou o patrimônio de Campo Verde. Em 1908, graças ao progresso alcançado, passou a Distrito policial, com o nome de Miguel Calmon, e ainda no mesmo ano foi inaugurada a estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. No ano seguinte foi elevado a Distrito de Paz, com o nome simplificado para Calmon.
Em 1921, foi construída a primeira edificação de tijolos, produzidos no local por Ampleato da Silva Teixeira e Celso Grassi- a capela de Santa Luzia, a Padroeira de Calmon. Nessa época, os índios que habitavam a região, agrupados em duas grandes tribos- coroados e caingangues, viviam em constantes escaramuças com os brancos colonizadores, com grandes perdas para os primeiros. Para apaziguar e catequizar, veio o grande indigenista, na época Coronel José Cândido Mariano Rondon.
Com a criação do Município, em 1925, e sugestão do seu fundador, Calmon teve o nome alterado para Avanhandava, em virtude do Salto existente no rio Tietê, no tupi"awe-anhã-aba"= lugar de forte correnteza, ou segundo Theodoro Sampaio, "aba-nhandaba"= lugar onde se corre para evitar perigo à navegação.
Provindo de Franca, em 1904, o Cel. Antônio Flávio Martins Ferreira adquiriu 3500 alqueires de terras no vale do rio Tietê, entre os rios Bonito e Dourado e aí fundou o patrimônio de Campo Verde. Em 1908, graças ao progresso alcançado, passou a Distrito policial, com o nome de Miguel Calmon, e ainda no mesmo ano foi inaugurada a estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. No ano seguinte foi elevado a Distrito de Paz, com o nome simplificado para Calmon.
Em 1921, foi construída a primeira edificação de tijolos, produzidos no local por Ampleato da Silva Teixeira e Celso Grassi- a capela de Santa Luzia, a Padroeira de Calmon. Nessa época, os índios que habitavam a região, agrupados em duas grandes tribos- coroados e caingangues, viviam em constantes escaramuças com os brancos colonizadores, com grandes perdas para os primeiros. Para apaziguar e catequizar, veio o grande indigenista, na época Coronel José Cândido Mariano Rondon.
Com a criação do Município, em 1925, e sugestão do seu fundador, Calmon teve o nome alterado para Avanhandava, em virtude do Salto existente no rio Tietê, no tupi"awe-anhã-aba"= lugar de forte correnteza, ou segundo Theodoro Sampaio, "aba-nhandaba"= lugar onde se corre para evitar perigo à navegação.