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23 de Abril de 2010
Cartório de Borborema completa 100 anos de existência
Instalado em 1910, o cartório de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos, Civil de Pessoas Jurídicas e Civil de Pessoas Naturais e Interdições e Tutelas da Sede da Comarca de Borborema completa, no dia 23 de abril deste ano, 100 anos de existência. A serventia é administrada pelo Oficial Edimilson de Oliveira. O primeiro ato do registro civil lavrado no cartório foi o de nascimento, em 23.04.1910. No mesmo dia foi feito o primeiro registro de óbito. Já o de casamento, em 21.05.1910.
A cidade de Borborema tem como fundador principal Nicolau Pizzolante que, em meados de 1870, chegou à região ainda denominada de "sertão", pertencente até então à cidade de Araraquara. Em 1902, quando foi fundado, o município recebeu o nome de "Ribeirão dos Fugidos", designação do rio que cruza a cidade, onde fora encontrado um pequeno quilombo de escravos fugidos. Borborema chamou-se Ribeirão dos Fugidos até 1908 ou 1909, quando passou para o nível de Distrito recebendo então o nome de "Borborema". Segundo o cronista Olívio Pizzolante, o nome foi atribuído ao município segundo determinação do Departamento das Municipalidades do Estado de São Paulo e teria origem indígena "pora-pora-ema", que quer dizer lugar sem gente, despovoado. Em 1925 desmembrou-se e passou para o nível de Município, então com 500 habitantes. Mas passou a ter os poderes definitivamente instalados apenas em 21 de Março de 1926.
A cidade de Borborema tem como fundador principal Nicolau Pizzolante que, em meados de 1870, chegou à região ainda denominada de "sertão", pertencente até então à cidade de Araraquara. Em 1902, quando foi fundado, o município recebeu o nome de "Ribeirão dos Fugidos", designação do rio que cruza a cidade, onde fora encontrado um pequeno quilombo de escravos fugidos. Borborema chamou-se Ribeirão dos Fugidos até 1908 ou 1909, quando passou para o nível de Distrito recebendo então o nome de "Borborema". Segundo o cronista Olívio Pizzolante, o nome foi atribuído ao município segundo determinação do Departamento das Municipalidades do Estado de São Paulo e teria origem indígena "pora-pora-ema", que quer dizer lugar sem gente, despovoado. Em 1925 desmembrou-se e passou para o nível de Município, então com 500 habitantes. Mas passou a ter os poderes definitivamente instalados apenas em 21 de Março de 1926.