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25 de Outubro de 2010
Arpen-SP prestigia lançamento do livro "Estatuto da Criança e do Adolescente - 20 anos" em São Paulo
Obra editada em comemoração aos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente teve como um de seus colaboradores o Oficial do cartório de Registro Civil de Capivari, Mario de Carvalho Camargo Neto.
São Paulo (SP) - O Estatuto da Criança e do Adolescente completou 20 anos neste ano. Em razão desta comemoração, as professoras Andrea Boari Caraciola, Ana Cláudia Pompeu Torrezan Andreucci e Aline da Silva Freitas tiveram a idéia de organizar e coordenar uma obra coletiva, intitulada "Estatuto da Criança e do Adolescente - 20 anos", destinada a promover um balanço das conquistas e dos projetos futuros deste importante instrumento legislativo.
Dentre os muitos colaboradores da obra, o Oficial Mario de Carvalho Camargo Neto, registrador civil de Capivari, pode contribuir, representando os Registradores Civis de Pessoas Naturais. "Me sinto lisonjeado pelo convite das professoras em participar da obra. É uma pequena contribuição por parte dos registradores civis, mas com importância imensa. Fiquei muito feliz em poder representá-los, em representar a classe a qual pertenço. Espero que a obra sirva de base e possa influir de fato nos muitos projetos na área do direito de família", comentou Mario.
O lançamento do livro aconteceu na última sexta-feira (22.10), na Livraria Cultura, situada na Avenida Paulista, capital paulista. O evento contou com a presença de cerca de 60 pessoas, que compareceram ao espaço entre as 18h30 e 21h30. "Esta obra, relativa ao Direito de Família, compila artigos inovadores, trazendo releituras da área de adoção, além de questões novas, como relações homoafetivas e o seu impacto na vida das crianças e dos adolescentes. Claro, respeitando a ótica dos autores e a diversidade de opiniões. Contudo todos os colaboradores possuem um mesmo foco, que é tratar a criança e o adolescente, considerando o princípio de sua absoluta prioridade", explicou a professora Aline da Silva Freitas, uma das organizadoras da obra.
"Quanto à participação do Mario, foi de extrema importância. Ele soube abordar muitíssimo bem o tema. Os registros são importantes e necessários, o combate ao subregistro é de extrema relevância diante do papel fundamental que os registros possuem como marco inicial da documentação jurídica das pessoas", completou.
'Acho muito importante comemorarmos os aniversários, os 20 anos do Estatuto. Com isso, repensar o que mudou ou não, analisar as perspectivas para as próximas décadas e fazer um balanço geral. Não damos conta de que o Registro Civil no Brasil possui muitas lacunas, embora tenha papel fundamental para a construção da cidadania no país. A criança começa a ser sujeito de direito, cidadã, fazendo com que mereça proteção integral", acrescentou a professora Ana Cláudia Pompeu Torrezan Andreucci.
Também compareceu ao evento o Oficial de Registro Civil e Notas do Distrito de Solemar, na Praia Grande, Marcelo Martin Costa , para parabenizar o colega de classe. "O fato do Mário ter inserido o Registro Civil na obra vai além da área notarial e registral em si. É fundamental para a divulgação da importância do registro. Esse intercâmbio é essencial. É a nossa contribuição ao todo. Por isso, merece os nossos aplausos", afirmou Marcelo.
Figura ilustre, o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), Antonio Carlos Malheiros, também marcou presença no lançamento do livro. "Pensar e repensar o ECA depois de 20 anos é tirar do papel todas as indicações de cidadania que o estatuto contém. O que poderá significar a concretização da felicidade das crianças e dos adolescentes, com um futuro melhor para todos nós", comentou o desembargador.
São Paulo (SP) - O Estatuto da Criança e do Adolescente completou 20 anos neste ano. Em razão desta comemoração, as professoras Andrea Boari Caraciola, Ana Cláudia Pompeu Torrezan Andreucci e Aline da Silva Freitas tiveram a idéia de organizar e coordenar uma obra coletiva, intitulada "Estatuto da Criança e do Adolescente - 20 anos", destinada a promover um balanço das conquistas e dos projetos futuros deste importante instrumento legislativo.
Dentre os muitos colaboradores da obra, o Oficial Mario de Carvalho Camargo Neto, registrador civil de Capivari, pode contribuir, representando os Registradores Civis de Pessoas Naturais. "Me sinto lisonjeado pelo convite das professoras em participar da obra. É uma pequena contribuição por parte dos registradores civis, mas com importância imensa. Fiquei muito feliz em poder representá-los, em representar a classe a qual pertenço. Espero que a obra sirva de base e possa influir de fato nos muitos projetos na área do direito de família", comentou Mario.
O lançamento do livro aconteceu na última sexta-feira (22.10), na Livraria Cultura, situada na Avenida Paulista, capital paulista. O evento contou com a presença de cerca de 60 pessoas, que compareceram ao espaço entre as 18h30 e 21h30. "Esta obra, relativa ao Direito de Família, compila artigos inovadores, trazendo releituras da área de adoção, além de questões novas, como relações homoafetivas e o seu impacto na vida das crianças e dos adolescentes. Claro, respeitando a ótica dos autores e a diversidade de opiniões. Contudo todos os colaboradores possuem um mesmo foco, que é tratar a criança e o adolescente, considerando o princípio de sua absoluta prioridade", explicou a professora Aline da Silva Freitas, uma das organizadoras da obra.
"Quanto à participação do Mario, foi de extrema importância. Ele soube abordar muitíssimo bem o tema. Os registros são importantes e necessários, o combate ao subregistro é de extrema relevância diante do papel fundamental que os registros possuem como marco inicial da documentação jurídica das pessoas", completou.
'Acho muito importante comemorarmos os aniversários, os 20 anos do Estatuto. Com isso, repensar o que mudou ou não, analisar as perspectivas para as próximas décadas e fazer um balanço geral. Não damos conta de que o Registro Civil no Brasil possui muitas lacunas, embora tenha papel fundamental para a construção da cidadania no país. A criança começa a ser sujeito de direito, cidadã, fazendo com que mereça proteção integral", acrescentou a professora Ana Cláudia Pompeu Torrezan Andreucci.
Também compareceu ao evento o Oficial de Registro Civil e Notas do Distrito de Solemar, na Praia Grande, Marcelo Martin Costa , para parabenizar o colega de classe. "O fato do Mário ter inserido o Registro Civil na obra vai além da área notarial e registral em si. É fundamental para a divulgação da importância do registro. Esse intercâmbio é essencial. É a nossa contribuição ao todo. Por isso, merece os nossos aplausos", afirmou Marcelo.
Figura ilustre, o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), Antonio Carlos Malheiros, também marcou presença no lançamento do livro. "Pensar e repensar o ECA depois de 20 anos é tirar do papel todas as indicações de cidadania que o estatuto contém. O que poderá significar a concretização da felicidade das crianças e dos adolescentes, com um futuro melhor para todos nós", comentou o desembargador.