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11 de Janeiro de 2011
Funcionário terceirizado de Hospital no Rio de Janeiro emite atestado de óbito de idosa transferida de quarto
Internada na quarta-feira com uma crise de bronquite, a aposentada Maria da Conceição Souza, 92, foi declarada morta na sexta-feira, mas está viva até hoje.
O Hospital Albert Schweitzer, do governo do Rio, emitiu atestado de óbito da idosa, que ficou internada até sábado, quando teve alta.
A família de Maria da Conceição chegou a marcar numa funerária o enterro, antes de perceber o equívoco.
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, o funcionário terceirizado que emitiu a guia foi demitido.
De acordo com o órgão, houve dois erros no processo. O primeiro foi a idosa ser trocada de quarto sem que seu prontuário fosse levado junto, o que levou à falsa comunicação da morte. O outro, a emissão da guia sem o reconhecimento do corpo.
Segundo o hospital, o familiar que foi retirar o documento -necessário para sepultamentos- afirmou que não tinha condições emocionais e saiu para chamar outra pessoa, mas ninguém apareceu.
O bisneto da aposentada, Rodrigo Garcia, 30, percebeu o erro quando o corpo seria levado pela funerária.
"Quando abriu o saco, eu falei: "Espera aí. Essa não é a minha avó". O funcionário ainda queria insistir. Aí eu perguntei: "Sou eu ou você o neto dela'?", contou.
Ele chamou o policial militar de plantão no hospital para procurar a aposentada. Ela foi localizada 40 minutos depois, no sétimo andar do hospital.
O Hospital Albert Schweitzer, do governo do Rio, emitiu atestado de óbito da idosa, que ficou internada até sábado, quando teve alta.
A família de Maria da Conceição chegou a marcar numa funerária o enterro, antes de perceber o equívoco.
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, o funcionário terceirizado que emitiu a guia foi demitido.
De acordo com o órgão, houve dois erros no processo. O primeiro foi a idosa ser trocada de quarto sem que seu prontuário fosse levado junto, o que levou à falsa comunicação da morte. O outro, a emissão da guia sem o reconhecimento do corpo.
Segundo o hospital, o familiar que foi retirar o documento -necessário para sepultamentos- afirmou que não tinha condições emocionais e saiu para chamar outra pessoa, mas ninguém apareceu.
O bisneto da aposentada, Rodrigo Garcia, 30, percebeu o erro quando o corpo seria levado pela funerária.
"Quando abriu o saco, eu falei: "Espera aí. Essa não é a minha avó". O funcionário ainda queria insistir. Aí eu perguntei: "Sou eu ou você o neto dela'?", contou.
Ele chamou o policial militar de plantão no hospital para procurar a aposentada. Ela foi localizada 40 minutos depois, no sétimo andar do hospital.