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27 de Fevereiro de 2011
Espaço Cultural receberá primeiro evento institucional da Arpen-SP
Casa da Frontaria Azulejada, localizada no centro histórico de Santos, receberá a 1ª edição dos Ciclos Institucionais.
Um dos objetivos do Projeto Ciclos Institucionais da Arpen-SP é proporcionar uma ampla participação dos Registradores Civis de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo nas principais ações que envolvem a atividade e nas iniciativas desenvolvidas pela entidade em benefício da classe.
Visando permitir uma ampla participação de seus associados neste projeto, a Arpen-SP optou por realizar os eventos desta iniciativa em locais mais descontraídos que, ao mesmo tempo em que promovam conforto e interação entre os participantes, propiciem uma atmosfera de debate e troca de idéias entre os registradores civis.
Tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) e pelo Condephaat por sua importância nacional, o Espaço Cultural Casa da Frontaria Azulejada, na cidade de Santos foi o local escolhido para a realização da 1ª edição do Projeto Ciclos Institucionais, que reunirá registradores civis das regionais da Baixada Santista, Vale do Ribeira, Grande São Paulo e Capital.
Casa da Frontaria Azulejada
O Espaço Cultural Casa da Frontaria Azulejada, localizado no centro histórico da cidade de Santos, é uma das mais significativas obras arquitetônicas de Santos, construída em 1865 para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto.
O prédio, com dois pavimentos, ficou conhecido pela sua fachada de influência neoclássica, formada por azulejos em alto-relevo importados de Portugal. Concebida em forma de "U", a construção tinha a abertura voltada para o porto. Com os anos, o sobrado passou a ser utilizado como escritório, hotel, armazém de cargas e, por fim, como depósito de adubos químicos.
Em 1973, foi tombado em nível federal, o que provocou seu abandono definitivo. Anos mais tarde, vieram também os tombamentos pelo estado e município. Em 1986, quando foi desapropriada pela Prefeitura, a casa estava semidestruída, sem o teto e o piso superior. A recuperação da fachada aconteceu em 1992, com a devolução da estrutura original da porta principal e dos azulejos, restaurados ou reproduzidos.
Realizado pelo artista plástico Luís Sarasá, o trabalho constituiu tarefa artesanal, cujo resultado contabilizou sete mil peças novas. Ali funciona, desde 2006, o maior espaço cultural do Centro Histórico.
Um dos objetivos do Projeto Ciclos Institucionais da Arpen-SP é proporcionar uma ampla participação dos Registradores Civis de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo nas principais ações que envolvem a atividade e nas iniciativas desenvolvidas pela entidade em benefício da classe.
Visando permitir uma ampla participação de seus associados neste projeto, a Arpen-SP optou por realizar os eventos desta iniciativa em locais mais descontraídos que, ao mesmo tempo em que promovam conforto e interação entre os participantes, propiciem uma atmosfera de debate e troca de idéias entre os registradores civis.
Tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) e pelo Condephaat por sua importância nacional, o Espaço Cultural Casa da Frontaria Azulejada, na cidade de Santos foi o local escolhido para a realização da 1ª edição do Projeto Ciclos Institucionais, que reunirá registradores civis das regionais da Baixada Santista, Vale do Ribeira, Grande São Paulo e Capital.
Casa da Frontaria Azulejada
O Espaço Cultural Casa da Frontaria Azulejada, localizado no centro histórico da cidade de Santos, é uma das mais significativas obras arquitetônicas de Santos, construída em 1865 para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto.
O prédio, com dois pavimentos, ficou conhecido pela sua fachada de influência neoclássica, formada por azulejos em alto-relevo importados de Portugal. Concebida em forma de "U", a construção tinha a abertura voltada para o porto. Com os anos, o sobrado passou a ser utilizado como escritório, hotel, armazém de cargas e, por fim, como depósito de adubos químicos.
Em 1973, foi tombado em nível federal, o que provocou seu abandono definitivo. Anos mais tarde, vieram também os tombamentos pelo estado e município. Em 1986, quando foi desapropriada pela Prefeitura, a casa estava semidestruída, sem o teto e o piso superior. A recuperação da fachada aconteceu em 1992, com a devolução da estrutura original da porta principal e dos azulejos, restaurados ou reproduzidos.
Realizado pelo artista plástico Luís Sarasá, o trabalho constituiu tarefa artesanal, cujo resultado contabilizou sete mil peças novas. Ali funciona, desde 2006, o maior espaço cultural do Centro Histórico.