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13 de Setembro de 2004
Clipping - TV Record - Jornal da Record - Registro Civil Itinerante começa a funcionar em SP
Um novo cartório para facilitar a vida de pais que não conseguem registrar os filhos. O serviço itinerante começou a funcionar hoje em São Paulo.
Felipe de um mês nem sabe o que está acontecendo, mas hoje, em cinco minutos, os pais dele conseguiram seu registro de nascimento.
"Ficar sem nome dois, três meses assim é ruim, né? Então, quanto mais rápido registrar é melhor, né", diz o motoboy Edivaldo Sarauza.
O registro de nascimento, feito de graça, é obrigatório. Sem ele a pessoa não é considerada nem brasileira.
"A criança que não possui registro de nascimento não é atendida em postos de saúde para vacinação e não pode ser matriculada em creches ou escolas. Além disso, sem este registro não se pode tirar cédula de identidade, título de eleitor ou carteira de trabalho", diz a repórter Cristina Scaff, de São Paulo.
E nem no Estado de São Paulo todas as crianças tem esse documento. Vinte mil por ano não são registrados no prazo, que é de três meses após o nascimento. É atrás destas crianças que vai este trailer, equipado com computadores e impressoras. É o Registro Civil Itinerante, criado pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo em parceria com a Secretaria da Justiça.
"Nós temos o planejamento de levar ele para comunidades indígenas, aldeias quilombolas, assentamentos sem-terra, escolas em regiões de grande privação social", diz o diretor da Arpen-SP, Reinaldo Velloso dos Santos.
O trailer ainda vai dar informações sobre serviços realizados pelos cartórios e receber pedidos de 2º vias de certidões.
Felipe de um mês nem sabe o que está acontecendo, mas hoje, em cinco minutos, os pais dele conseguiram seu registro de nascimento.
"Ficar sem nome dois, três meses assim é ruim, né? Então, quanto mais rápido registrar é melhor, né", diz o motoboy Edivaldo Sarauza.
O registro de nascimento, feito de graça, é obrigatório. Sem ele a pessoa não é considerada nem brasileira.
"A criança que não possui registro de nascimento não é atendida em postos de saúde para vacinação e não pode ser matriculada em creches ou escolas. Além disso, sem este registro não se pode tirar cédula de identidade, título de eleitor ou carteira de trabalho", diz a repórter Cristina Scaff, de São Paulo.
E nem no Estado de São Paulo todas as crianças tem esse documento. Vinte mil por ano não são registrados no prazo, que é de três meses após o nascimento. É atrás destas crianças que vai este trailer, equipado com computadores e impressoras. É o Registro Civil Itinerante, criado pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo em parceria com a Secretaria da Justiça.
"Nós temos o planejamento de levar ele para comunidades indígenas, aldeias quilombolas, assentamentos sem-terra, escolas em regiões de grande privação social", diz o diretor da Arpen-SP, Reinaldo Velloso dos Santos.
O trailer ainda vai dar informações sobre serviços realizados pelos cartórios e receber pedidos de 2º vias de certidões.