Notícias
11 de Outubro de 2004
Campanha quer incentivar adoção
Das 560 crianças que vivem em abrigos do Recife, mais de 196 não possuem condições de retornar para a família de origem e esperam adoção ou apadrinhamento. Para incentivar essas ações, o projeto Estrela Guia, uma iniciativa da 2ª Vara da Infância e Juventude (VIJ) da Capital, em parceria com outras oito instituições, lançou, ontem, a campanha Adoção sem Preconceito. O objetivo da iniciativa é sensibilizar a população e interiorizar o projeto ainda este ano para os municípios de Garanhuns e Caruaru, no Agreste, e Petrolina, no Sertão.
As vinhetas de rádio, produzidas pela organização não-governamental Centro das Mulheres do Cabo de Santo Agostinho, serão veiculadas a partir de hoje em 68 emissoras de todo o Estado. "Com o apoio dos meios de comunicação, derrubaremos os preconceitos que envolvem a adoção. A maioria dos interessados busca crianças do sexo feminino, recém-nascidas e de cor clara. Os que não se enquadram nesse padrão, acabam esquecidos", afirma o juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Luiz Carlos Figueiredo.
ESCOLHA - De acordo com o Infoadote, um sistema de informações da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), dos 94 atuais pretendentes à adoção no Recife, apenas 15 querem adotar meninos. E, destes, 14 preferem criança branca ou morena-clara.
Segundo Ana Azevedo, oficial de projeto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a campanha é uma forma de fazer cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. "É uma oportunidade de ampliar a inclusão dos menores carentes. Abrigo é para passagem, não é residência. O Estado tem que proteger essas crianças e a sociedade dar um lar para elas", diz.
Fonte: Jornal do Commercio
As vinhetas de rádio, produzidas pela organização não-governamental Centro das Mulheres do Cabo de Santo Agostinho, serão veiculadas a partir de hoje em 68 emissoras de todo o Estado. "Com o apoio dos meios de comunicação, derrubaremos os preconceitos que envolvem a adoção. A maioria dos interessados busca crianças do sexo feminino, recém-nascidas e de cor clara. Os que não se enquadram nesse padrão, acabam esquecidos", afirma o juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Luiz Carlos Figueiredo.
ESCOLHA - De acordo com o Infoadote, um sistema de informações da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), dos 94 atuais pretendentes à adoção no Recife, apenas 15 querem adotar meninos. E, destes, 14 preferem criança branca ou morena-clara.
Segundo Ana Azevedo, oficial de projeto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a campanha é uma forma de fazer cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. "É uma oportunidade de ampliar a inclusão dos menores carentes. Abrigo é para passagem, não é residência. O Estado tem que proteger essas crianças e a sociedade dar um lar para elas", diz.
Fonte: Jornal do Commercio