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24 de Novembro de 2004
Interpol procura criança retirada ilegalmente do Brasil
A pedido da Representação Regional no Rio de Janeiro, a Interpol deve procurar na Europa um menino de 5 anos que foi mandado ilegalmente para a Espanha no ano passado.
O caso passou a ser investigado depois da prisão da psicóloga portuguesa Maria Cecília Gonçalves Brandão de Menezes, 53, na última terça-feira, em Copacabana (zona sul do Rio). Ela era procurada internacionalmente por condenação por fraudes cometidas em Portugal.
Segundo a Polícia Federal, a acusada registrou o menino como seu filho, em um cartório da Tijuca (zona norte do Rio) em janeiro de 2003, obteve passaporte brasileiro com a certidão falsa e, em abril do mesmo ano, embarcou o menino, em companhia do marido brasileiro.
A polícia ainda não sabe onde o menino nasceu e nem quem são seus pais verdadeiros.
Certidão
Segundo consta na certidão, o menino teria nascido em residência, e não em maternidade, no dia 6 de janeiro de 1999.
De acordo com a Polícia Federal, Maria Cecília veio para o Brasil em 1º de setembro de 2002 e obteve o direito de permanência em dezembro do mesmo ano, com base em registro de casamento com brasileiro.
Investigação
A Delegacia de Defesa Institucional, da Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio, investigará se houve tráfico de menores.
Maria Cecília foi encaminhada para o presídio Nélson Hungria, onde está à disposição do STF (Supremo Tribunal Federal) para fins de extradição, podendo ainda responder no Brasil por outros crimes que teria cometido.
O caso passou a ser investigado depois da prisão da psicóloga portuguesa Maria Cecília Gonçalves Brandão de Menezes, 53, na última terça-feira, em Copacabana (zona sul do Rio). Ela era procurada internacionalmente por condenação por fraudes cometidas em Portugal.
Segundo a Polícia Federal, a acusada registrou o menino como seu filho, em um cartório da Tijuca (zona norte do Rio) em janeiro de 2003, obteve passaporte brasileiro com a certidão falsa e, em abril do mesmo ano, embarcou o menino, em companhia do marido brasileiro.
A polícia ainda não sabe onde o menino nasceu e nem quem são seus pais verdadeiros.
Certidão
Segundo consta na certidão, o menino teria nascido em residência, e não em maternidade, no dia 6 de janeiro de 1999.
De acordo com a Polícia Federal, Maria Cecília veio para o Brasil em 1º de setembro de 2002 e obteve o direito de permanência em dezembro do mesmo ano, com base em registro de casamento com brasileiro.
Investigação
A Delegacia de Defesa Institucional, da Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio, investigará se houve tráfico de menores.
Maria Cecília foi encaminhada para o presídio Nélson Hungria, onde está à disposição do STF (Supremo Tribunal Federal) para fins de extradição, podendo ainda responder no Brasil por outros crimes que teria cometido.