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07 de Agosto de 2012
Curso de Grafotécnica reúne mais de 120 participantes em São Paulo
Nova edição do treinamento promovido pela Arpen-SP capacitou funcionários dos cartórios a identificarem fraudes nos documentos.
São Paulo (SP) - Foi realizado neste domingo (05.08) na Capital, mais uma edição do curso de Grafotécnica e Documentoscopia promovido pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). O evento ocorreu no Braston Hotel, no bairro da Consolação, e contou com a participação de cerca de 120 participantes.
Coube ao presidente da Arpen-SP, Ademar Custódio, realizar a abertura do treinamento ministrado pelo perito Luiz Gabriel Costa Passos, que teve como objetivo esclarecer dúvidas sobre as diversas formas de se analisar a autenticidade de documentos e assinaturas. Ademar agradeceu a presença de todos os presentes, que lotaram o auditório em pleno sábado, em busca do aperfeiçoamento profissional.
"Nosso principal propósito é evitar as falsificações grosseiras e não aquelas que apenas um perito é capaz de identificar, pois elas correspondem a 99% dos casos de documentos falsos que chegam aos cartórios", afirmou Luiz Gabriel, ressaltando a importância desse trabalho. "O cartório é responsabilizado apenas quando deixa passar essas falsificações grosseiras, tanto de documentos quanto de assinaturas", reforçou.
O perito mostrou as principais características do modelo nacional da carteira de identidade, instituído pela lei 7.116 de 29/08/83 e as diferenças existentes entre os modelos estaduais, "O que dificulta nosso trabalho é o fato das carteiras de identidade não terem um sistema de cadastros em nível nacional, pois os cadastros estaduais não se interligam ainda. Essa cooperação poderá ocorrer com a implantação do novo modelo nacional digitalizado", explicou o professor.
Em seguida demonstrou as técnicas que devem ser utilizadas na identificação das falsificações, como o uso da luz ultravioleta e da lupa na análise de detalhes e a comparação de assinaturas. "No dia a dia do cartório tudo é muito corrido, a demanda é muito grande e se não temos técnicas rápidas e eficientes fica difícil identificar quando um documento é falso ou não. O curso do professor Luiz Gabriel nos mostra exatamente o que precisamos saber, com técnicas simples que vão além de apenas usar a luz ultravioleta", comentou Victor Rodrigues Tâmbalo, escrevente do 1º Registro Civil de São Bernardo do Campo.
"Tenho a impressão de que daqui para a frente vamos desconfiar de todos os documentos que chegam no balcão, mas depois de analisarmos saberemos avaliar a grande maioria dos casos que como o próprio professor disse, são em geral falsificações grosseiras. O exame dos pequenos detalhes é que nos fazem chegar a essas conclusões. O curso da Arpen-SP pode ajudar muito aqueles que pretendem crescer dentro dos cartórios e tabelionatos", contou Wilson Prudêncio Filho do Registro de Imóveis de Diadema.
São Paulo (SP) - Foi realizado neste domingo (05.08) na Capital, mais uma edição do curso de Grafotécnica e Documentoscopia promovido pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). O evento ocorreu no Braston Hotel, no bairro da Consolação, e contou com a participação de cerca de 120 participantes.
Coube ao presidente da Arpen-SP, Ademar Custódio, realizar a abertura do treinamento ministrado pelo perito Luiz Gabriel Costa Passos, que teve como objetivo esclarecer dúvidas sobre as diversas formas de se analisar a autenticidade de documentos e assinaturas. Ademar agradeceu a presença de todos os presentes, que lotaram o auditório em pleno sábado, em busca do aperfeiçoamento profissional.
"Nosso principal propósito é evitar as falsificações grosseiras e não aquelas que apenas um perito é capaz de identificar, pois elas correspondem a 99% dos casos de documentos falsos que chegam aos cartórios", afirmou Luiz Gabriel, ressaltando a importância desse trabalho. "O cartório é responsabilizado apenas quando deixa passar essas falsificações grosseiras, tanto de documentos quanto de assinaturas", reforçou.
O perito mostrou as principais características do modelo nacional da carteira de identidade, instituído pela lei 7.116 de 29/08/83 e as diferenças existentes entre os modelos estaduais, "O que dificulta nosso trabalho é o fato das carteiras de identidade não terem um sistema de cadastros em nível nacional, pois os cadastros estaduais não se interligam ainda. Essa cooperação poderá ocorrer com a implantação do novo modelo nacional digitalizado", explicou o professor.
Em seguida demonstrou as técnicas que devem ser utilizadas na identificação das falsificações, como o uso da luz ultravioleta e da lupa na análise de detalhes e a comparação de assinaturas. "No dia a dia do cartório tudo é muito corrido, a demanda é muito grande e se não temos técnicas rápidas e eficientes fica difícil identificar quando um documento é falso ou não. O curso do professor Luiz Gabriel nos mostra exatamente o que precisamos saber, com técnicas simples que vão além de apenas usar a luz ultravioleta", comentou Victor Rodrigues Tâmbalo, escrevente do 1º Registro Civil de São Bernardo do Campo.
"Tenho a impressão de que daqui para a frente vamos desconfiar de todos os documentos que chegam no balcão, mas depois de analisarmos saberemos avaliar a grande maioria dos casos que como o próprio professor disse, são em geral falsificações grosseiras. O exame dos pequenos detalhes é que nos fazem chegar a essas conclusões. O curso da Arpen-SP pode ajudar muito aqueles que pretendem crescer dentro dos cartórios e tabelionatos", contou Wilson Prudêncio Filho do Registro de Imóveis de Diadema.