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07 de Dezembro de 2004
Moradores de rua, indígenas e quilombolas serão incluídos no Bolsa Família
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome está analisando a inclusão de moradores de rua entre os beneficiários do programa federal Bolsa Família. O ministro Patrus Ananias anunciou no último dia 3 que essa parcela da população já será atendida a partir de 2005. O ministério também pretende levar programas de transferência de renda à população indígena e a remanescentes de quilombos. "Existe a decisão política de integrarmos essas famílias nos nossos programas, especialmente no Bolsa Família", afirmou Patrus, que já se reuniu com o Fórum Nacional de Moradores de Rua e pretende realizar um seminário sobre o tema em março. A primeira dificuldade é saber quantas pessoas vivem sem um lar. Para enfrentar o problema, o Ministério do Desenvolvimento Social está coletando dados nas capitais e nas regiões metropolitanas do País. O levantamento ficará pronto até o fim de janeiro.
Contrapartidas - Patrus disse que os beneficiados pelo Bolsa Família também deverão cumprir às contrapartidas educacionais e de saúde, como freqüência escolar mínima de 85% para os filhos de 6 a 15 anos e vacinação das crianças. O ministro espera ainda contar com o apoio da Pastoral da Criança e de outros movimentos sociais para auxiliar a iniciativa. Sobre a inclusão de índios e remanescentes de quilombos no programa, a área técnica do ministério avalia ainda se será preciso fazer adaptações no Bolsa Família para cada público ou se o melhor seria criar programas específicos de transferência de renda.
Fonte: ANDI
Contrapartidas - Patrus disse que os beneficiados pelo Bolsa Família também deverão cumprir às contrapartidas educacionais e de saúde, como freqüência escolar mínima de 85% para os filhos de 6 a 15 anos e vacinação das crianças. O ministro espera ainda contar com o apoio da Pastoral da Criança e de outros movimentos sociais para auxiliar a iniciativa. Sobre a inclusão de índios e remanescentes de quilombos no programa, a área técnica do ministério avalia ainda se será preciso fazer adaptações no Bolsa Família para cada público ou se o melhor seria criar programas específicos de transferência de renda.
Fonte: ANDI