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04 de Novembro de 2012

Estado do Maranhão interliga-se ao Portal de Serviços Eletrônicos da Arpen-SP

O Estado do Maranhão é mais uma unidade da federação a estar oficialmente interligado ao Portal de Serviços Eletrônicos Compartilhados desenvolvidos pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP).

Na última quarta-feira (31.10), o Corregedor Geral da Justiça do Estado do Maranhão (CGJ-MA), desembargador Cleones Carvalho Cunha, esteve na sede da entidade em São Paulo para, ao lado do vice-presidente da Associação, Luis Carlos Vendramin Júnior, assinar o acordo de cooperação que interliga os registradores civis maranhenses à Intranet desenvolvida pela Arpen-SP.

"Nós temos postos de Registro Civil instalados em maternidades desde 1999, mas esses não estão interligados com os próprios cartórios, que por sua vez não trocam comunicações por um sistema eletrônico, como o desenvolvido pela Arpen-SP", disse o desembargador. "Imagino que agora estamos querendo tornar uma realidade essa interligação dos postos com os próprios cartórios e depois dos cartórios com o resto do Brasil, beneficiando o usuário com um serviço mais ágil e de maior qualidade", completou.

Segundo o Corregedor maranhense a indicação para a interligação por meio do sistema desenvolvido pela Arpen-SP partiu do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A Corregedoria Nacional de Justiça nos indicou o sistema da Arpen-SP, não só a nós, mas a todas as demais Corregedorias do Brasil", disse o magistrado, destacando que hoje o principal problema no Estado é a ausência de interessados em assumir as pequenas serventias.

"Nós temos 217 municípios e 250 serventias do Registro Civil, só que em torno de 70 não estão instaladas por falta de interessados aprovados em concursos para assumi-las", destacou o Corregedor, já prevendo os benefícios do novo projeto para a prestação de serviços à população maranhense. "Será uma facilidade enorme para o cidadão quando todos os cartórios estiverem interligados e um maranhense que hoje mora em São Paulo poder pedir sua certidão sem a interferência de terceiros e assim vice-versa", destacou. "Não poderíamos estar ausentes deste processo", completou o magistrado.

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