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19 de Dezembro de 2012
Registro Civil de Artur Nogueira realiza seu primeiro casamento homoafetivo
Artur Nogueira- O Cartório de Registro Civil das pessoas naturais da cidade de Artur Nogueira realizou no dia 15 de dezembro o primeiro casamento homoafetivo do município. A união se deu entre as contraentes Hélia Duarte de Lima, de 26 anos, e Jayne Emanoela, de 20 anos, que oficializaram o relacionamento perante a lei na presença de amigos e familiares.
A celebração foi presidida pelo juiz de Paz, Éric Lucke e pelo Oficial do Registro Civil de Artur Nogueira Fernando Marchesan Rodini Luiz. Participaram da cerimônia cerca de dez pessoas, entre amigos e familiares.
Para as duas mulheres, o casamento delas poderá servir de exemplo para que outras pessoas vençam o preconceito. "Estamos felizes, pois sabemos que isso é uma grande conquista. O preconceito sempre vai existir, mas com o apoio dos verdadeiros amigos e a compreensão da família todos podem vencer essa barreira", afirma Hélia.
As recém-casadas se conheceram há um ano na empresa em que trabalham, localizada em Santo Antônio de Posse, e ficaram noivas há um mês. "É uma grande vitória. Estou emocionada e feliz por esse momento tão especial em minha vida", afirma Jayne.
A documentação para o casamento foi preparada no Cartório e teve parecer favorável do Ministério Público e despacho, autorizando a celebração, do juiz de Direito de Artur Nogueira, Fábio Rodrigues Fazuoli.
"Esse ato é na verdade uma manifestação da vontade de uma sociedade até então reprimida, discriminada e que recentemente veio a ser normatizada com a decisão do Supremo Tribunal Federal. A possibilidade de estarem legalmente em união consolida questões patrimoniais entre outros benefícios, além de permitir a ter todos os direitos civis que são inerentes a um casal", afirmou Fernando Rodini Luiz.
A celebração foi presidida pelo juiz de Paz, Éric Lucke e pelo Oficial do Registro Civil de Artur Nogueira Fernando Marchesan Rodini Luiz. Participaram da cerimônia cerca de dez pessoas, entre amigos e familiares.
Para as duas mulheres, o casamento delas poderá servir de exemplo para que outras pessoas vençam o preconceito. "Estamos felizes, pois sabemos que isso é uma grande conquista. O preconceito sempre vai existir, mas com o apoio dos verdadeiros amigos e a compreensão da família todos podem vencer essa barreira", afirma Hélia.
As recém-casadas se conheceram há um ano na empresa em que trabalham, localizada em Santo Antônio de Posse, e ficaram noivas há um mês. "É uma grande vitória. Estou emocionada e feliz por esse momento tão especial em minha vida", afirma Jayne.
A documentação para o casamento foi preparada no Cartório e teve parecer favorável do Ministério Público e despacho, autorizando a celebração, do juiz de Direito de Artur Nogueira, Fábio Rodrigues Fazuoli.
"Esse ato é na verdade uma manifestação da vontade de uma sociedade até então reprimida, discriminada e que recentemente veio a ser normatizada com a decisão do Supremo Tribunal Federal. A possibilidade de estarem legalmente em união consolida questões patrimoniais entre outros benefícios, além de permitir a ter todos os direitos civis que são inerentes a um casal", afirmou Fernando Rodini Luiz.