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22 de Dezembro de 2004
Casamento coletivo vai regularizar união de quilombolas na Zona Rural de Pelotas
O Foro de Pelotas promove casamento coletivo para unir no civil e religioso sete casais de quilombolas residentes em Rincão da Cruz, nesta quarta-feira (22/12). O evento acontece, às 11h, na Cachoeira do Arco-Íris, ponto turístico da Zona Rural. Após a cerimônia terá festa para os noivos e 200 convidados, com distribuição de bolo e refrigerante. A animação ficará por conta da Banda 20 de Julho e de grupo de danças-afro.
A Pretora Suzana Viegas da Silva destaca a importância da interiorização do evento porque "possibilita fazer o casamento no local onde moram os quilombolas e próximo das pessoas com as quais convivem." A coordenadora da iniciativa acrescenta, também, que esses descendentes de escravos fugitivos vivem isolados nos quilombos. "Eles não se deslocam até a cidade e por essa razão nunca regularizariam a união."
O cadastramento para o casamento aconteceu durante a Ronda da Cidadania realizada pelo Foro em Rincão da Cruz, no dia 20/11. Atendeu convite feito pela Emater com vistas a disponibilizar a 46 famílias de descendentes africanos a confecção gratuita de documentos, entre outros serviços.
Eles precisariam apresentar Identidade e CPF para receber R$ 3 mil, a fundo perdido, para melhorar as suas condições de moradia. Os recursos são oferecidos pelo Programa RS Rural.
Fonte: TJRS
A Pretora Suzana Viegas da Silva destaca a importância da interiorização do evento porque "possibilita fazer o casamento no local onde moram os quilombolas e próximo das pessoas com as quais convivem." A coordenadora da iniciativa acrescenta, também, que esses descendentes de escravos fugitivos vivem isolados nos quilombos. "Eles não se deslocam até a cidade e por essa razão nunca regularizariam a união."
O cadastramento para o casamento aconteceu durante a Ronda da Cidadania realizada pelo Foro em Rincão da Cruz, no dia 20/11. Atendeu convite feito pela Emater com vistas a disponibilizar a 46 famílias de descendentes africanos a confecção gratuita de documentos, entre outros serviços.
Eles precisariam apresentar Identidade e CPF para receber R$ 3 mil, a fundo perdido, para melhorar as suas condições de moradia. Os recursos são oferecidos pelo Programa RS Rural.
Fonte: TJRS