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22 de Abril de 2013
Arpen-SP divulga ranking estadual de eficiência no envio de dados à CRC
A remessa de informações à Central de Informações do Registro Civil (CRC), instituída pelo Provimento n° 19 da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo (CGJ-SP) e administrada pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) vem revolucionando a prestação do serviço extrajudicial no País e servindo de modelo de prestação de serviço público ágil e eficiente, tornando-se referência para os demais Estados brasileiros.
O sucesso desta iniciativa que por um lado facilita a vida do cidadão, permitindo a solicitação e o recebimento de certidões eletrônicas no cartório mais próximo de sua residência, e por outro agiliza e confere modernidade à atividade do Registro Civil vem encontrando entre as próprias unidades de Registro Civil modelos de eficiência e comprometimento com o sistema que vem revolucionando a atividade extrajudicial no País.Clique aqui e veja o Ranking da Central de Informações do Registro Civil (CRC).
Com dados inseridos desde 1976, portanto quase dois anos à frente do prazo estipulado pela CGJ-SP, 18 serventias já realizaram a completa integração de suas bases de dados à CRC, tornando-se exemplo de comprometimento com o serviço delegado bandeirante. Estas mesmas 18 unidades aparecem na listagem de remessa de dados do período de 1980 a 1989, sendo seguidas por outras 29 que já enviaram informações a partir de 1990, prazo que venceria apenas no final deste ano. Mais apertado, o prazo que vence junho deste ano, de informações praticadas a partir de 2000, já conta com 75 cartórios adiantados no cumprimento dos prazos.
Cartórios grandes e pequenos, da Capital e das mais remotas regiões do Estado de São Paulo incorporaram o envio de dados à CRC à rotina de suas delegações, cumprindo e superando metas próprias arrojadas e construindo a segurança de um sistema que beneficia usuários, Poder Público e órgãos do Judiciário, que até o final do mês já poderão consultar e solicitar certidões através do módulo CRC Jud, nova ferramenta a ser disponibilizada pela Arpen-SP dentro do Portal de Serviços Eletrônicos Compartilhados.
Em Bragança Paulista, o Cartório de Registro Civil administrado pelo Oficial Sidemar Juliano "um fanático por tecnologia", como se auto declara, tornou a informatização um processo prioritário desde sua posse em 1994. "Na época, tínhamos um analista de sistema dentro do cartório, que trabalhava no desenvolvimento de softwares que permitiam a digitalização dos índices", recorda. "Com a CRC fizemos uma adaptação nestes índices antigos, com a inclusão de novas informações, e remetemos tudo à Central da Arpen-SP, para que ficasse completo e terminássemos o trabalho que uma hora ou outra teríamos que fazer", disse Juliano.
O próprio site do Registro Civil de Bragança Paulista é um exemplo do cuidado da unidade com a disponibilização de seu acervo para consulta da população. "Temos todos os nossos índices, desde 1889, disponibilizados para consulta e solicitação de certidões pela população, além de não termos mais processos de habilitação no cartório. Todos foram digitalizados e os originais enviados para a universidade", completou.
Em Pardinho, o Oficial Olavo Pires de Camargo Filho coordenou seus funcionários no processo que culminou com a completa remessa de dados, cumprindo em apenas dois meses prazos estipulados pela CGJ-SP para daqui a quase dois anos. "Já que tínhamos começado a fazer o processo de digitação, não havia por que parar só por que atingimos a primeira parte. Tínhamos que remeter todos os dados de qualquer forma e já que havíamos iniciado, fomos até o final", explicou.
Para Camargo Filho a instituição da CRC foi uma revolução na prestação do serviço de Registro Civil no Brasil, que beneficiou não só a atividade, mas principalmente o usuário. "Com esta iniciativa, o Registro Civil deu um salto de qualidade incrível, com um serviço ágil, integrado, moderno e eficiente, facilitando ao máximo a vida do usuário e servindo de modelo e inspiração para todo o Brasil", completou.
Piquerobi, no extremo oeste paulista, é outro exemplo de como a dedicação pode fazer a diferença. Administrando um cartório que atende cerca de 4 mil habitantes, José Roberto Portel, dedicou horas livres e finais de semana para completar a sua tarefa com antecedência sem precedentes na região. "Embora trabalhe sozinho, há dias que são muito corridos e outros menos agitados. Aproveitei os dias menos agitados, conciliei finais de semana e horas extras que tinha disponíveis e realizei a tarefa que tinha que fazer, sem ter que ficar preocupado em cumprir prazos e deixar tudo para a última hora".
O mesmo exemplo fale para a pequena serventia de Lourdes, na região de São José do Rio Preto, onde o cartório administrado pelo Oficial Fernando Alves Montanari executou o trabalho de maneira imediata. "Vim de São Paulo e embora esteja em uma pequena cidade do interior fazemos o serviço como ele seria feito na Capital, com o documento sendo entregue no ato e foi esta a dinâmica que usamos com o envio de dados para a CRC, pois era algo que teríamos que fazer de qualquer jeito", disse. "No começo até pensei que por ser uma cidade pequena, de poucos recursos, a emissão de certidões eletrônicas enfrentaria resistência, mas não foi isso que ocorreu. As pessoas estão usando e se beneficiando desta ótima iniciativa do Registro Civil", completou.
Adepto da informática, Saulo de Oliveira de Salvador, investiu em tecnologia desde que assumiu, em 1991, o 2° Subdistrito de Jundiaí e atingiu a completa integração de sua base de dados à CRC. "Foi um processo simples, por que já tínhamos a informatização implantada no cartório e ver esta construção da CRC dá um orgulho enorme de ser registrador civil, por que moderniza demais a atividade, facilita para o usuário e transmite uma nova visão de nossa atividade para a sociedade".
Modelos também na Capital
Os números astronômicos da Capital paulista não impediram que algumas unidades se destacassem no envio das informações à CRC. Um exemplo disso é o 46° Subdistrito da Capital, na Vila Formosa administrado pelo Oficial Djalma Semeghini Tombi, que já completou a remessa de dados de 1990 em dia, cujo prazo se esgotaria apenas em dezembro de 2013.
"Foram dois motivos que nos levaram a agilizar este o processo, o primeiro é que já que seríamos obrigados a mandar todos os dados, quanto antes terminássemos esta tarefa, melhor seria, pois não teríamos a pressão de prazos", explica. "O segundo é que o quanto antes esta base estiver completa, mais seguras serão as consultas de suas bases pelos órgãos públicos, que terão acesso a informações que serão importantes para a prática de políticas públicas em suas esferas de atuação".
Segundo Tombi, o processo de remessa de dados continua a todo o vapor e a serventia encontra-se prestes a fechar o período de 1980 a 1989. "A CRC é de fundamental importância para a nossa atividade, garantindo maior segurança, agilidade e uma prestação de serviço sem igual para o cidadão", afirma. "O próximo passo é a integração com os demais Estados, o que traria um benefício ainda mais contundente para a nossa atividade perante os órgãos públicos e a sociedade".
Ainda na Capital, o Distrito do Jardim São Luiz se valeu de sua recente instalação, no ano de 2000, para completar a remessa de todos os seus dados à CRC. "Tivemos esta facilidade que aliada ao fato de contarmos com um cartório totalmente informatizado fez o serviço ser rapidamente concluído", disse a Oficiala Evanice Callado Rodrigues dos Santos. "A hora que interligarmos com os demais Estados será sensacional. Temos muitas pessoas do Norte do País aqui na região e que tem extrema dificuldade em obter a segunda via de seu documento. Com a CRC nacional, será fantástico".
Santo Antônio de Posse, administrado por Luiz Antônio Mialick já completou a remessa de dados de 1976 até os dias de hoje. "Temos notas também e como não sei quando se iniciará este processo também, resolvemos investir forças no Registro Civil e completar esta tarefa que era primordial", disse Mialick. Em Matão, Alberto Scarpa Varanda introduziu uma rotina de revezamento entre os funcionários, com o estabelecimento de metas e funções. "Sempre tinha alguém construindo esta base de dados e conseguimos dar um avanço significativo neste processo, fechando períodos que só venceriam lá pra frente", explica o Oficial que já remeteu todos os dados de 1990 em diante.
No próximo dia 30 de junho de 2013 encerra-se o prazo para o envio dos dados referente ao período de 01/01/2000 a 31/12/2004 por todos os Cartórios de Registro Civil do Estado de São Paulo.
O sucesso desta iniciativa que por um lado facilita a vida do cidadão, permitindo a solicitação e o recebimento de certidões eletrônicas no cartório mais próximo de sua residência, e por outro agiliza e confere modernidade à atividade do Registro Civil vem encontrando entre as próprias unidades de Registro Civil modelos de eficiência e comprometimento com o sistema que vem revolucionando a atividade extrajudicial no País.Clique aqui e veja o Ranking da Central de Informações do Registro Civil (CRC).
Com dados inseridos desde 1976, portanto quase dois anos à frente do prazo estipulado pela CGJ-SP, 18 serventias já realizaram a completa integração de suas bases de dados à CRC, tornando-se exemplo de comprometimento com o serviço delegado bandeirante. Estas mesmas 18 unidades aparecem na listagem de remessa de dados do período de 1980 a 1989, sendo seguidas por outras 29 que já enviaram informações a partir de 1990, prazo que venceria apenas no final deste ano. Mais apertado, o prazo que vence junho deste ano, de informações praticadas a partir de 2000, já conta com 75 cartórios adiantados no cumprimento dos prazos.
Cartórios grandes e pequenos, da Capital e das mais remotas regiões do Estado de São Paulo incorporaram o envio de dados à CRC à rotina de suas delegações, cumprindo e superando metas próprias arrojadas e construindo a segurança de um sistema que beneficia usuários, Poder Público e órgãos do Judiciário, que até o final do mês já poderão consultar e solicitar certidões através do módulo CRC Jud, nova ferramenta a ser disponibilizada pela Arpen-SP dentro do Portal de Serviços Eletrônicos Compartilhados.
Em Bragança Paulista, o Cartório de Registro Civil administrado pelo Oficial Sidemar Juliano "um fanático por tecnologia", como se auto declara, tornou a informatização um processo prioritário desde sua posse em 1994. "Na época, tínhamos um analista de sistema dentro do cartório, que trabalhava no desenvolvimento de softwares que permitiam a digitalização dos índices", recorda. "Com a CRC fizemos uma adaptação nestes índices antigos, com a inclusão de novas informações, e remetemos tudo à Central da Arpen-SP, para que ficasse completo e terminássemos o trabalho que uma hora ou outra teríamos que fazer", disse Juliano.
O próprio site do Registro Civil de Bragança Paulista é um exemplo do cuidado da unidade com a disponibilização de seu acervo para consulta da população. "Temos todos os nossos índices, desde 1889, disponibilizados para consulta e solicitação de certidões pela população, além de não termos mais processos de habilitação no cartório. Todos foram digitalizados e os originais enviados para a universidade", completou.
Em Pardinho, o Oficial Olavo Pires de Camargo Filho coordenou seus funcionários no processo que culminou com a completa remessa de dados, cumprindo em apenas dois meses prazos estipulados pela CGJ-SP para daqui a quase dois anos. "Já que tínhamos começado a fazer o processo de digitação, não havia por que parar só por que atingimos a primeira parte. Tínhamos que remeter todos os dados de qualquer forma e já que havíamos iniciado, fomos até o final", explicou.
Para Camargo Filho a instituição da CRC foi uma revolução na prestação do serviço de Registro Civil no Brasil, que beneficiou não só a atividade, mas principalmente o usuário. "Com esta iniciativa, o Registro Civil deu um salto de qualidade incrível, com um serviço ágil, integrado, moderno e eficiente, facilitando ao máximo a vida do usuário e servindo de modelo e inspiração para todo o Brasil", completou.
Piquerobi, no extremo oeste paulista, é outro exemplo de como a dedicação pode fazer a diferença. Administrando um cartório que atende cerca de 4 mil habitantes, José Roberto Portel, dedicou horas livres e finais de semana para completar a sua tarefa com antecedência sem precedentes na região. "Embora trabalhe sozinho, há dias que são muito corridos e outros menos agitados. Aproveitei os dias menos agitados, conciliei finais de semana e horas extras que tinha disponíveis e realizei a tarefa que tinha que fazer, sem ter que ficar preocupado em cumprir prazos e deixar tudo para a última hora".
O mesmo exemplo fale para a pequena serventia de Lourdes, na região de São José do Rio Preto, onde o cartório administrado pelo Oficial Fernando Alves Montanari executou o trabalho de maneira imediata. "Vim de São Paulo e embora esteja em uma pequena cidade do interior fazemos o serviço como ele seria feito na Capital, com o documento sendo entregue no ato e foi esta a dinâmica que usamos com o envio de dados para a CRC, pois era algo que teríamos que fazer de qualquer jeito", disse. "No começo até pensei que por ser uma cidade pequena, de poucos recursos, a emissão de certidões eletrônicas enfrentaria resistência, mas não foi isso que ocorreu. As pessoas estão usando e se beneficiando desta ótima iniciativa do Registro Civil", completou.
Adepto da informática, Saulo de Oliveira de Salvador, investiu em tecnologia desde que assumiu, em 1991, o 2° Subdistrito de Jundiaí e atingiu a completa integração de sua base de dados à CRC. "Foi um processo simples, por que já tínhamos a informatização implantada no cartório e ver esta construção da CRC dá um orgulho enorme de ser registrador civil, por que moderniza demais a atividade, facilita para o usuário e transmite uma nova visão de nossa atividade para a sociedade".
Modelos também na Capital
Os números astronômicos da Capital paulista não impediram que algumas unidades se destacassem no envio das informações à CRC. Um exemplo disso é o 46° Subdistrito da Capital, na Vila Formosa administrado pelo Oficial Djalma Semeghini Tombi, que já completou a remessa de dados de 1990 em dia, cujo prazo se esgotaria apenas em dezembro de 2013.
"Foram dois motivos que nos levaram a agilizar este o processo, o primeiro é que já que seríamos obrigados a mandar todos os dados, quanto antes terminássemos esta tarefa, melhor seria, pois não teríamos a pressão de prazos", explica. "O segundo é que o quanto antes esta base estiver completa, mais seguras serão as consultas de suas bases pelos órgãos públicos, que terão acesso a informações que serão importantes para a prática de políticas públicas em suas esferas de atuação".
Segundo Tombi, o processo de remessa de dados continua a todo o vapor e a serventia encontra-se prestes a fechar o período de 1980 a 1989. "A CRC é de fundamental importância para a nossa atividade, garantindo maior segurança, agilidade e uma prestação de serviço sem igual para o cidadão", afirma. "O próximo passo é a integração com os demais Estados, o que traria um benefício ainda mais contundente para a nossa atividade perante os órgãos públicos e a sociedade".
Ainda na Capital, o Distrito do Jardim São Luiz se valeu de sua recente instalação, no ano de 2000, para completar a remessa de todos os seus dados à CRC. "Tivemos esta facilidade que aliada ao fato de contarmos com um cartório totalmente informatizado fez o serviço ser rapidamente concluído", disse a Oficiala Evanice Callado Rodrigues dos Santos. "A hora que interligarmos com os demais Estados será sensacional. Temos muitas pessoas do Norte do País aqui na região e que tem extrema dificuldade em obter a segunda via de seu documento. Com a CRC nacional, será fantástico".
Santo Antônio de Posse, administrado por Luiz Antônio Mialick já completou a remessa de dados de 1976 até os dias de hoje. "Temos notas também e como não sei quando se iniciará este processo também, resolvemos investir forças no Registro Civil e completar esta tarefa que era primordial", disse Mialick. Em Matão, Alberto Scarpa Varanda introduziu uma rotina de revezamento entre os funcionários, com o estabelecimento de metas e funções. "Sempre tinha alguém construindo esta base de dados e conseguimos dar um avanço significativo neste processo, fechando períodos que só venceriam lá pra frente", explica o Oficial que já remeteu todos os dados de 1990 em diante.
No próximo dia 30 de junho de 2013 encerra-se o prazo para o envio dos dados referente ao período de 01/01/2000 a 31/12/2004 por todos os Cartórios de Registro Civil do Estado de São Paulo.