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20 de Maio de 2013

Reunião Mensal da Arpen-SP debate novos projetos do Registro Civil paulista

Registradores civis paulistas reuniram-se na última terça-feira (14.05) na sede da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), na Capital, para debater os principais temas atuais relacionados à atividade, entre eles a implantação da CRC Jud, as integrações de outros Estados à Central de Informações do Registro Civil (CRC), assim como a de outras especialidades e os projetos institucionais da entidade.

Coordenada pelo presidente da Associação, Luis Carlos Vendramin Júnior, e pela diretora, Raquel Cunha Silva Brunetto, o encontro teve início com a apresentação da CRC Jud, mecanismo que permite aos magistrados localizarem registros e solicitarem certidões aos registradores civis paulistas. Em seguida, o presidente da Arpen-SP falou sobre o progresso do envio de cargas à CRC e as possibilidades de novos convênios interestaduais e entre especialidades para a solicitação de certidões eletrônicas.

Vendramin destacou os novos projetos que estão em fase de implantação em nível estadual com gestões junto à Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo (CGJ-SP), além da grande conquista dos registradores civis com a possibilidade de integração entre a CRC e o Sistema de Informações do Registro Civil (SIRC), que está em fase final de produção para a publicação de decreto. "Vamos iniciar por São Paulo um projeto piloto para enviar as informações ao SIRC por meio da CRC", disse Vendramin. "Trata-se de uma grande conquista para a classe, uma vez que temos a obrigação de informar o Governo com nossos dados, mas precisamos de mecanismos adequados e seguros para o envio destes dados", destacou.

Em seguida, a diretora Raquel Cunha Silva Cunha Brunetto falou sobre o Projeto Apoie um Cartório, do qual a Arpen-SP participou levando ao Estado do Piauí uma comitiva para auxiliar na implantação das normas de serviço daquele Estado. "Ficamos espantados com o nível de qualificação dos registradores civis de lá, que mesmo com condições precárias de trabalho, uma vez que não possuem um fundo adequado de ressarcimento da gratuidade, se dedicam ao registro civil e permanecem empenhados na busca de uma solução que beneficiará não só eles, mas aos próprios cidadãos", disse.

Projetos nacionais como o piloto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na cidade de Sorocaba, para registro de doentes mentais, a segunda edição do Curso de Gestão Estratégica de Serventias Extrajudiciais, o seguro de responsabilidade civil, e os projetos em tramitação na CGJ-SP, como o edital de proclamas online, o protocolo integrado e a implantação de um Datacenter compartilhado também foram tema debatidos no encontro mensal dos registradores civis paulistas.

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