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28 de Junho de 2013
Registro Civil de Cajuru recebe visita de alunos da APAE em aula de Cidadania
Cajuru (SP) - Durante os dias 19 e 20 de junho, o Registro Civil de Cajuru promoveu visitas dos alunos da Associação de Pais Amigos dos Excepcionais de São Paulo (APAE) ao Cartório.
A Oficiala Roberta M. de Castro contou que "a iniciativa da visita foi do pessoal da APAE". A titular logo aceitou e informou ao Diretor Regional de Ribeirão Preto, Leonardo Munari de Lima, por achar que "a ideia era boa demais para não ser compartilhada". No primeiro dia, Leonardo acompanhou a visita.
"Visitas como essa são muito importantes, pois integram o cartório à sociedade", disse o Diretor. Roberta acrescentou: "Foram ótimas experiências. Nós, que lidamos com o serviço do Registro Civil todos os dias, temos a exata noção da importância e da responsabilidade que temos, mas a ligação do nosso trabalho com o exercício da cidadania se perde no cotidiano do balcão", explicou.
Os 17 alunos que visitaram a serventia tinham entre 14 e 25 anos. Segundo a coordenadora pedagógica da APAE, Adalgisa Aparecida Silva Conceição, "a visita faz parte do nosso programa sócio educacional de integrar os alunos na sociedade através do aprendizado e da prática". Os alunos da instituição tem aula sobre documentação e registro e "esse tipo de visita dá um contexto prático às aulas", diz Adalgisa.
A coordenadora ainda comentou que "as visitas foram muito proveitosas, os alunos ficaram entusiasmados. A Oficiala Roberta deu explicações e respondeu as perguntas que eles tinham, e o Leonardo ensinou que sem a documentação ninguém consegue ter acesso a direitos básicos, como educação e saúde".
Gabriela Ap. Alves de Mello, escrevente do Registro Civil de Cajuru, fez um balanço dessas visitas. "Acho que temos sempre tanta coisa na cabeça, os dias são tão corridos, com problemas de casa e do trabalho que esquecemos de prestar atenção em coisas importantes da vida. Uma das alunas da segunda turma falou que a mãe dela faleceu aqui. Acho que foi uma lição de vida, pra mim pelo menos".
"A iniciativa da APAE veio como um sopro de ar fresco. O simples fato de a certidão de nascimento fazer parte do currículo educacional já tem um significado imenso, além do prazer de falar daqueles aspectos da nossa função que ficam esquecidos no dia a dia, justamente aqueles que enobrecem nosso trabalho", explicou a Oficial de Cajuru. "Recebemos desses alunos muito mais carinho do que podíamos esperar. Se tivesse que descrever essa experiência em uma palavra, eu diria que ela foi gratificante".
A Oficiala Roberta M. de Castro contou que "a iniciativa da visita foi do pessoal da APAE". A titular logo aceitou e informou ao Diretor Regional de Ribeirão Preto, Leonardo Munari de Lima, por achar que "a ideia era boa demais para não ser compartilhada". No primeiro dia, Leonardo acompanhou a visita.
"Visitas como essa são muito importantes, pois integram o cartório à sociedade", disse o Diretor. Roberta acrescentou: "Foram ótimas experiências. Nós, que lidamos com o serviço do Registro Civil todos os dias, temos a exata noção da importância e da responsabilidade que temos, mas a ligação do nosso trabalho com o exercício da cidadania se perde no cotidiano do balcão", explicou.
Os 17 alunos que visitaram a serventia tinham entre 14 e 25 anos. Segundo a coordenadora pedagógica da APAE, Adalgisa Aparecida Silva Conceição, "a visita faz parte do nosso programa sócio educacional de integrar os alunos na sociedade através do aprendizado e da prática". Os alunos da instituição tem aula sobre documentação e registro e "esse tipo de visita dá um contexto prático às aulas", diz Adalgisa.
A coordenadora ainda comentou que "as visitas foram muito proveitosas, os alunos ficaram entusiasmados. A Oficiala Roberta deu explicações e respondeu as perguntas que eles tinham, e o Leonardo ensinou que sem a documentação ninguém consegue ter acesso a direitos básicos, como educação e saúde".
Gabriela Ap. Alves de Mello, escrevente do Registro Civil de Cajuru, fez um balanço dessas visitas. "Acho que temos sempre tanta coisa na cabeça, os dias são tão corridos, com problemas de casa e do trabalho que esquecemos de prestar atenção em coisas importantes da vida. Uma das alunas da segunda turma falou que a mãe dela faleceu aqui. Acho que foi uma lição de vida, pra mim pelo menos".
"A iniciativa da APAE veio como um sopro de ar fresco. O simples fato de a certidão de nascimento fazer parte do currículo educacional já tem um significado imenso, além do prazer de falar daqueles aspectos da nossa função que ficam esquecidos no dia a dia, justamente aqueles que enobrecem nosso trabalho", explicou a Oficial de Cajuru. "Recebemos desses alunos muito mais carinho do que podíamos esperar. Se tivesse que descrever essa experiência em uma palavra, eu diria que ela foi gratificante".