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11 de Dezembro de 2013
Clipping - Folha da Região: Maridos também adotam sobrenome das esposas em Araçatuba
O número de homens que adotaram o sobrenome da esposa aumentou em 390%, entre 2002 e 2012, em Araçatuba. O levantamento foi feito pela Arpen-SP (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo) junto ao cartório de registro civil de pessoas naturais do município.
Os dados mostram que, em 2002, a quantidade de homens que adotava o sobrenome da mulher era de 1,26%. O número subiu para 6,18%, em 2012, no total de matrimônios. As informações obtidas por meio da CRC (Central de Informações do Registro Civil), sistema abastecido pelos atos praticados por todos os cartórios paulistas, mostram que o contrário vem acontecendo com as mulheres. Em 2002, 97,27% adotaram o nome do marido, contra 84,02% no ano passado.
O músico Malcolm Scarano Alves Pironi, 30, e a bancária Renata Graziela Ferreira Pironi Scarano, 31, que se casaram há pouco mais de um mês, decidiram que ambos iriam adotar o sobrenome do outro. "Antes do casamento, ela me perguntou se eu ia colocar sobrenome dela no meu. Ela disse que não ia ficar triste se eu não quisesse, mas que gostaria muito", conta Malcolm.
O músico achou justo o pedido de Renata e aceitou a proposta. "Já que íamos nos casar, tinha que ser algo completo. Quando casamos, escolhemos alguém com quem viveremos para sempre, por isso, nada mais justo do que um adotar o sobrenome do outro. Não seria correto eu não fazer isso sendo que é possível".
Os dados mostram que, em 2002, a quantidade de homens que adotava o sobrenome da mulher era de 1,26%. O número subiu para 6,18%, em 2012, no total de matrimônios. As informações obtidas por meio da CRC (Central de Informações do Registro Civil), sistema abastecido pelos atos praticados por todos os cartórios paulistas, mostram que o contrário vem acontecendo com as mulheres. Em 2002, 97,27% adotaram o nome do marido, contra 84,02% no ano passado.
O músico Malcolm Scarano Alves Pironi, 30, e a bancária Renata Graziela Ferreira Pironi Scarano, 31, que se casaram há pouco mais de um mês, decidiram que ambos iriam adotar o sobrenome do outro. "Antes do casamento, ela me perguntou se eu ia colocar sobrenome dela no meu. Ela disse que não ia ficar triste se eu não quisesse, mas que gostaria muito", conta Malcolm.
O músico achou justo o pedido de Renata e aceitou a proposta. "Já que íamos nos casar, tinha que ser algo completo. Quando casamos, escolhemos alguém com quem viveremos para sempre, por isso, nada mais justo do que um adotar o sobrenome do outro. Não seria correto eu não fazer isso sendo que é possível".