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14 de Março de 2014
Casamento gay já é realidade no cartório de Atibaia (SP)
Desde maio do ano passado, casamentos entre pessoas do mesmo sexo podem ser realizados nos cartórios brasileiros, quando uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) baseada no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a distinção do tratamento legal às uniões estáveis homoafetivas. Ainda na decisão o Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgou não haver obstáculos legais à celebração de casamento de pessoas do mesmo sexo. Em Atibaia, segundo o cartório local já foram realizados seis casamentos do gênero e na última semana, o Jornal da Cidade acompanhou com exclusividade a história de duas jovens que decidiram oficializar a união.
O casamento civil é diferente da formalização da união estável, que já era realizada antes mesmo da decisão do CNJ. Nesta modalidade é possível fazer a mudança de nome e tudo o que um casamento entre homem e mulher permitia.
Tarde de quinta-feira, duas jovens acompanhadas de algumas amigas chegam ao cartório de registro civil das pessoas naturais de Atibaia. A cabeleireira Jéssica Auyumi Massara Yshikawa de 22 anos e a programadora Debora Amaral Guilherme de 29 estão de mãos dadas, trocam carinhos e apresentam os documentos para o casamento. Elas já vivem juntas há um ano e três meses e relatam que desde o início pensavam em formalizar a união.
No cartório, não escapam de olhares curiosos, mas bem resolvidas, não demonstram a menor preocupação. Extremamente profissional, a atendente explica os detalhes do procedimento, o papel das testemunhas. Com tudo de acordo, a data fica definida para o dia 30 de abril às 10h, quando Debora passara a assinar Debora Amaral Guilherme Yshikawa e Jéssica terá em seus documentos o nome alterado para Jéssica Ayumi Yshikawa Amaral.
Amiga do casal, Jéssica Ellen Rodrigues de 22 anos, foi uma das testemunhas e não escondia a alegria com a formalização da união. "Elas se amam e tenho certeza que continuaram sendo muito felizes juntas".
O casamento civil é diferente da formalização da união estável, que já era realizada antes mesmo da decisão do CNJ. Nesta modalidade é possível fazer a mudança de nome e tudo o que um casamento entre homem e mulher permitia.
Tarde de quinta-feira, duas jovens acompanhadas de algumas amigas chegam ao cartório de registro civil das pessoas naturais de Atibaia. A cabeleireira Jéssica Auyumi Massara Yshikawa de 22 anos e a programadora Debora Amaral Guilherme de 29 estão de mãos dadas, trocam carinhos e apresentam os documentos para o casamento. Elas já vivem juntas há um ano e três meses e relatam que desde o início pensavam em formalizar a união.
No cartório, não escapam de olhares curiosos, mas bem resolvidas, não demonstram a menor preocupação. Extremamente profissional, a atendente explica os detalhes do procedimento, o papel das testemunhas. Com tudo de acordo, a data fica definida para o dia 30 de abril às 10h, quando Debora passara a assinar Debora Amaral Guilherme Yshikawa e Jéssica terá em seus documentos o nome alterado para Jéssica Ayumi Yshikawa Amaral.
Amiga do casal, Jéssica Ellen Rodrigues de 22 anos, foi uma das testemunhas e não escondia a alegria com a formalização da união. "Elas se amam e tenho certeza que continuaram sendo muito felizes juntas".