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17 de Março de 2014
Especial Arpen-SP 20 Anos - No bairro da Aclimação surge a Arpen-SP
Primeiro capítulo da retrospectiva dos 20 anos da Arpen-SP relembra a Assembleia de fundação da entidade e os primeiros anos no Cartório da Aclimação
Há exatos 20 anos surgia, com apenas uma máquina de escrever, nos fundos do 37° Subdistrito da Capital, no bairro da Aclimação, a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). Fundada em fevereiro de 1994, a entidade, hoje representativa dos registradores civis paulistas e com inúmeros serviços prestados à sociedade, nasceu mais do que pequena, minúscula, e passou por muitas dificuldades para alcançar seu atual status.
A ideia de criação da Associação nasceu em razão da busca por uma maior representatividade do Registro Civil, uma vez que até então a única entidade existente, a Associação dos Serventuários de Justiça do Estado de São Paulo - hoje Anoreg-SP -, representava notários e registradores coletivamente o que muitas vezes não atendia às peculiaridades da atividade registral, já considerada "a primo pobre da atividade extrajudicial".
A busca por maior espaço e representatividade aliada às demandas particulares dos registradores civis fez com que um pequeno grupo começasse a se articular na Capital. Antônio Guedes Netto, Mateus Brandão Machado, Lázaro da Silva, Marlene Marchiori, Odélio Antônio de Lima, Geny de Jesus Macedo Morelli, Ilzete Verderamo Marques, Maria Beatriz Lima Furlan, Flávio Pereira de Araújo, Júlio Guilguer Simões, entre muitos outros. Logo em seguida, Oficiais do interior passaram a integrar o movimento.
Para Oscar Paes de Almeida Filho, Oficial do 1° Subdistrito de Ribeirão Preto, o começo do movimento ocorreu em 1991, quando da realização do 1° Concurso de Registro Civil do Estado de São Paulo, onde além dele estavam presente, Mateus Brandão Machado e Antônio Guedes Netto. "O Registro Civil era muito fraco e quem falava pela classe eram outras associações e foi essa fragilidade que motivou a vontade da criação da Arpen-SP", relembra.
Após muitas reuniões e discussões foi marcada para o dia 2 de fevereiro de 1994, a fundação da nova entidade, que passaria a se chamar Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). "Tínhamos muitas dificuldades e haviam muitas lamentações por causa dos problemas de remuneração e representatividade dos serviços", lembra Mateus Brandão Machado. "Foi aí que nos estimulamos a não só reclamar, mas fazer algo contundente que pudesse beneficiar o registro civil e todos nós", afirma.
Segundo Mario Luis Migotto, Oficial do 41º Subdistrito da Capital, no bairro do Cangaíba, responsável por presidir a assembleia de criação da entidade, "foi com muita dificuldade que a Arpen-SP foi criada". "A fundação foi primordial para o Registro Civil, tanto que atualmente a Arpen-SP é escutada nacionalmente em importantes órgãos e é tida como espelho". No ato de fundação, os participantes optaram por dissolver o Colégio Registral das Pessoas Naturais do Estado de São Paulo e o Instituto de Estudos do Registro Civil de São Paulo, que haviam a pouco sido criadas, mas não se encontravam devidamente operacionalizadas.
Após a assembleia de fundação e a instituição de sua primeira Diretoria, com mandato de 2 de fevereiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995, e sem ter condições de ter sua própria sede, esta ficou a cargo da nova presidente, Marlene Marchiori, que levou a recém fundada Associação a ocupar "um canto do cartório da Aclimação, funcionando apenas com uma máquina de escrever e uma funcionária", diz Marlene. "Tudo foi tudo muito difícil, mas o resultado que vemos hoje é muito gratificante, pois foi conquistada toda uma evolução, uma representatividade que quando criamos a Arpen-SP jamais podíamos imaginar", relembra a primeira presidente, que por três vezes esteve no posto máximo da entidade.
Branca Rosa foi a primeira funcionária da Arpen e permanece até hoje na entidade. No início, era ela quem ligava para os cartórios explicando o objetivo da Associação, os benefícios que traria ao Registro Civil e como poderia ser feita a adesão à nova entidade. Para Branca, diversas pessoas foram fundamentais para a fundação. "Toda uma equipe foi necessária para isso, pois cada um contribuiu de uma maneira", relembra. "A criação da Arpen-SP fez com que a classe dos registradores se unisse mais em busca de objetivos comuns", afirmou.
Veja os integrantes da primeira Diretoria da Arpen-SP:
Primeira Diretoria da Arpen
Presidente: Marlene Marchiori Siano
Vice Presidente: Antonio Guedes Neto
1° Secretário: Valdir Gonçalves
2° Secretário: Flávio Pereira de Araújo
1° Tesoureiro: Mateus Brandão Machado
2° Tesoureiro: Gilberto Motta Simões
Há exatos 20 anos surgia, com apenas uma máquina de escrever, nos fundos do 37° Subdistrito da Capital, no bairro da Aclimação, a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). Fundada em fevereiro de 1994, a entidade, hoje representativa dos registradores civis paulistas e com inúmeros serviços prestados à sociedade, nasceu mais do que pequena, minúscula, e passou por muitas dificuldades para alcançar seu atual status.
A ideia de criação da Associação nasceu em razão da busca por uma maior representatividade do Registro Civil, uma vez que até então a única entidade existente, a Associação dos Serventuários de Justiça do Estado de São Paulo - hoje Anoreg-SP -, representava notários e registradores coletivamente o que muitas vezes não atendia às peculiaridades da atividade registral, já considerada "a primo pobre da atividade extrajudicial".
A busca por maior espaço e representatividade aliada às demandas particulares dos registradores civis fez com que um pequeno grupo começasse a se articular na Capital. Antônio Guedes Netto, Mateus Brandão Machado, Lázaro da Silva, Marlene Marchiori, Odélio Antônio de Lima, Geny de Jesus Macedo Morelli, Ilzete Verderamo Marques, Maria Beatriz Lima Furlan, Flávio Pereira de Araújo, Júlio Guilguer Simões, entre muitos outros. Logo em seguida, Oficiais do interior passaram a integrar o movimento.
Para Oscar Paes de Almeida Filho, Oficial do 1° Subdistrito de Ribeirão Preto, o começo do movimento ocorreu em 1991, quando da realização do 1° Concurso de Registro Civil do Estado de São Paulo, onde além dele estavam presente, Mateus Brandão Machado e Antônio Guedes Netto. "O Registro Civil era muito fraco e quem falava pela classe eram outras associações e foi essa fragilidade que motivou a vontade da criação da Arpen-SP", relembra.
Após muitas reuniões e discussões foi marcada para o dia 2 de fevereiro de 1994, a fundação da nova entidade, que passaria a se chamar Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). "Tínhamos muitas dificuldades e haviam muitas lamentações por causa dos problemas de remuneração e representatividade dos serviços", lembra Mateus Brandão Machado. "Foi aí que nos estimulamos a não só reclamar, mas fazer algo contundente que pudesse beneficiar o registro civil e todos nós", afirma.
Segundo Mario Luis Migotto, Oficial do 41º Subdistrito da Capital, no bairro do Cangaíba, responsável por presidir a assembleia de criação da entidade, "foi com muita dificuldade que a Arpen-SP foi criada". "A fundação foi primordial para o Registro Civil, tanto que atualmente a Arpen-SP é escutada nacionalmente em importantes órgãos e é tida como espelho". No ato de fundação, os participantes optaram por dissolver o Colégio Registral das Pessoas Naturais do Estado de São Paulo e o Instituto de Estudos do Registro Civil de São Paulo, que haviam a pouco sido criadas, mas não se encontravam devidamente operacionalizadas.
Após a assembleia de fundação e a instituição de sua primeira Diretoria, com mandato de 2 de fevereiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995, e sem ter condições de ter sua própria sede, esta ficou a cargo da nova presidente, Marlene Marchiori, que levou a recém fundada Associação a ocupar "um canto do cartório da Aclimação, funcionando apenas com uma máquina de escrever e uma funcionária", diz Marlene. "Tudo foi tudo muito difícil, mas o resultado que vemos hoje é muito gratificante, pois foi conquistada toda uma evolução, uma representatividade que quando criamos a Arpen-SP jamais podíamos imaginar", relembra a primeira presidente, que por três vezes esteve no posto máximo da entidade.
Branca Rosa foi a primeira funcionária da Arpen e permanece até hoje na entidade. No início, era ela quem ligava para os cartórios explicando o objetivo da Associação, os benefícios que traria ao Registro Civil e como poderia ser feita a adesão à nova entidade. Para Branca, diversas pessoas foram fundamentais para a fundação. "Toda uma equipe foi necessária para isso, pois cada um contribuiu de uma maneira", relembra. "A criação da Arpen-SP fez com que a classe dos registradores se unisse mais em busca de objetivos comuns", afirmou.
Veja os integrantes da primeira Diretoria da Arpen-SP:
Primeira Diretoria da Arpen
Presidente: Marlene Marchiori Siano
Vice Presidente: Antonio Guedes Neto
1° Secretário: Valdir Gonçalves
2° Secretário: Flávio Pereira de Araújo
1° Tesoureiro: Mateus Brandão Machado
2° Tesoureiro: Gilberto Motta Simões