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15 de Maio de 2014
TJ-AP: Reunião discutiu revitalização de cartórios extrajudiciais em Hospital da Mulher
O Desembargador Luiz Carlos Gomes dos Santos, presidente da Justiça do Amapá, e as desembargadoras Sueli Pini e Stella Ramos, reuniram-se com os oficiais do 1º e 3º cartórios de registros civis Macapá, Francisco Erionaldo Cruz Junior e Victor Ribeiro Fonseca Vales, e os diretores do Hospital da Mulher, Mãe Luzia, Acimor Coutinho, Dilson Ferreira e Maribel Neves, para estabelecer um diálogo sobre a reinstalação de uma extensão dos cartórios.
A finalidade da instalação cartorária na unidade maternal é fazer com que, tão logo ocorra o nascimento, a criança seja registrada civilmente e receba o documento de registro de nascimento ao sair da maternidade.
Em anos anteriores, esses serviços foram prestados com muita qualidade e agora emergenciou a necessidade de restabelecer a prestação desses serviços à sociedade. O motivo, segundo a Desembargadora Sueli Pini, é evitar que a criança fique muito tempo sem o documento e depois os pais tenham que percorrer balcões dos órgãos públicos para conseguir o registro tardio de nascimento da criança. Nesse primeiro passo, os respectivos cartórios selaram compromisso de trabalharem a fim de que, em curto prazo, tudo possa estar pronto para a reinauguração da unidade descentralizada, de assento de nascimento, no Hospital Mãe Luzia.
Para o Desembargador Luiz Carlos, a experiência mostrou resultados benéficos em outros anos, às crianças e aos familiares. "Neste encontro, a Justiça do Amapá avança um pouco mais, na medida em que ambas as instituições se dispuseram, de boa vontade, colaborar em prol da coletividade amapaense".
A finalidade da instalação cartorária na unidade maternal é fazer com que, tão logo ocorra o nascimento, a criança seja registrada civilmente e receba o documento de registro de nascimento ao sair da maternidade.
Em anos anteriores, esses serviços foram prestados com muita qualidade e agora emergenciou a necessidade de restabelecer a prestação desses serviços à sociedade. O motivo, segundo a Desembargadora Sueli Pini, é evitar que a criança fique muito tempo sem o documento e depois os pais tenham que percorrer balcões dos órgãos públicos para conseguir o registro tardio de nascimento da criança. Nesse primeiro passo, os respectivos cartórios selaram compromisso de trabalharem a fim de que, em curto prazo, tudo possa estar pronto para a reinauguração da unidade descentralizada, de assento de nascimento, no Hospital Mãe Luzia.
Para o Desembargador Luiz Carlos, a experiência mostrou resultados benéficos em outros anos, às crianças e aos familiares. "Neste encontro, a Justiça do Amapá avança um pouco mais, na medida em que ambas as instituições se dispuseram, de boa vontade, colaborar em prol da coletividade amapaense".