Notícias
21 de Março de 2005
Mutirão de coleta para exames de DNA marca início da descentralização do Imesc
A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em parceria com a
Secretaria da Saúde, iniciou neste sábado, 19 de março, em Campinas, o
processo de descentralização do Instituto de Medicina Social e
Criminologia (Imesc). O dia foi marcado com o mutirão de coleta para
exames de investigação de paternidade.
Neste final de semana, foram atendidas 200 famílias da região, de um
total de 2,9 mil. O superintendente do Imesc, Sidney Carvalho Júnior,
espera que a fila de coleta seja zerada até o final do ano. "Devido à
coleta ser realizada próximo às residências das pessoas, há menos faltas
e, em consequência, maior agilização no processo de investigação de
paternidade".
Mas a descentralização só foi possível graças à utilização de cartões de
coleta, em vez de tubos de vidro. O novo método, além de facilitar o
transporte do material colhido e diminuir o risco de contaminação,
contribui para a precisão do resultado da análise.
O Imesc conta com uma nova tecnologia de processamento de material, que
reduz os custos, aumenta a produtividade e acelera o resultado. "A meta
do instituto é entregar o laudo em três meses", avalia Carvalho.
A rapidez na entrega dos laudos pode ajudar muitas famílias de baixa
renda. A moradora de Araras, Vanessa Righi, 22 anos, é um exemplo. Ela
mora com a mãe e não recebe pensão para o filho de 3 anos. "A coleta
estava marcada para maio, em São Paulo. Graças ao projeto do Governo do
Estado pude fazer o exame hoje. Quanto mais rápido o resultado sair, mais
cedo passarei a receber pensão. Só a assistência da minha mãe não é
suficiente".
Com o processo de descentralização do Imesc, toda semana haverá coleta em
cidades espalhadas pelo Estado. As regiões de Sorocaba, Taubaté, Santos,
São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Araraquara, Marília, Bauru,
Presidente Prudente e Araçatuba serão as próximas a se beneficiarem.
Secretaria da Saúde, iniciou neste sábado, 19 de março, em Campinas, o
processo de descentralização do Instituto de Medicina Social e
Criminologia (Imesc). O dia foi marcado com o mutirão de coleta para
exames de investigação de paternidade.
Neste final de semana, foram atendidas 200 famílias da região, de um
total de 2,9 mil. O superintendente do Imesc, Sidney Carvalho Júnior,
espera que a fila de coleta seja zerada até o final do ano. "Devido à
coleta ser realizada próximo às residências das pessoas, há menos faltas
e, em consequência, maior agilização no processo de investigação de
paternidade".
Mas a descentralização só foi possível graças à utilização de cartões de
coleta, em vez de tubos de vidro. O novo método, além de facilitar o
transporte do material colhido e diminuir o risco de contaminação,
contribui para a precisão do resultado da análise.
O Imesc conta com uma nova tecnologia de processamento de material, que
reduz os custos, aumenta a produtividade e acelera o resultado. "A meta
do instituto é entregar o laudo em três meses", avalia Carvalho.
A rapidez na entrega dos laudos pode ajudar muitas famílias de baixa
renda. A moradora de Araras, Vanessa Righi, 22 anos, é um exemplo. Ela
mora com a mãe e não recebe pensão para o filho de 3 anos. "A coleta
estava marcada para maio, em São Paulo. Graças ao projeto do Governo do
Estado pude fazer o exame hoje. Quanto mais rápido o resultado sair, mais
cedo passarei a receber pensão. Só a assistência da minha mãe não é
suficiente".
Com o processo de descentralização do Imesc, toda semana haverá coleta em
cidades espalhadas pelo Estado. As regiões de Sorocaba, Taubaté, Santos,
São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Araraquara, Marília, Bauru,
Presidente Prudente e Araçatuba serão as próximas a se beneficiarem.