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14 de Julho de 2005
Nilmário diz que não deixa governo por ter perdido status
O secretário especial de Direitos Humanos, Nilmário Miranda, negou nesta quarta-feira que tenha pedido demissão do governo em razão de sua pasta ter perdido o status de ministério. "Há 40 dias vinha conversando com o presidente Lula sobre minha saída", afirmou Nilmário, que entrega o cargo para se dedicar à campanha a presidente do PT de Minas. "Antes, havíamos acordado que eu sairia no final do ano. Mas pedi para ser incluído na reforma. E o presidente concordou".
Se permanecesse no governo, disse Nilmário, teria de fazer campanha para presidente do PT mineiro apenas nos finais de semana. "Agora, a dedicação será integral", assegurou, acrescentando que vai trabalhar para vencer a disputa, marcada para 18 de setembro, e ajudar o PT a dar a volta por cima. "Quero defender o Lula, o governo e o PT", afirmou ele, destacando que a crise instalada no País "é política". Sobre a escolha de seu substituto, afirmou. "Não sei quem será".
Antes de participar da abertura de evento com jovens infratores em Brasília, à noite, o secretário especial de Direitos Humanos elogiou a escolha do ministro demissionário da Educação, Tarso Genro, como presidente do PT, assim como a do ex-ministro do Trabalho Ricardo Berzoini para a secretaria-geral do partido e do deputado José Pimentel (CE) para a tesouraria. "O núcleo envolvido no erro político foi substituído por gente de fora, que tem maior distanciamento", afirmou, ressaltando que não estava fazendo julgamento do ex-presidente do PT José Genoino nem de Delúbio Soares e Silvio Pereira, respectivamente ex-tesoureiro e ex-secretário-geral da sigla.
Nilmário disse ainda que deixa o governo, após 30 meses, satisfeito com seu desempenho e os avanços conquistados à frente da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Ele destacou o projeto Presidente Amigo da Criança, entre outras ações desenvolvidas.
Se permanecesse no governo, disse Nilmário, teria de fazer campanha para presidente do PT mineiro apenas nos finais de semana. "Agora, a dedicação será integral", assegurou, acrescentando que vai trabalhar para vencer a disputa, marcada para 18 de setembro, e ajudar o PT a dar a volta por cima. "Quero defender o Lula, o governo e o PT", afirmou ele, destacando que a crise instalada no País "é política". Sobre a escolha de seu substituto, afirmou. "Não sei quem será".
Antes de participar da abertura de evento com jovens infratores em Brasília, à noite, o secretário especial de Direitos Humanos elogiou a escolha do ministro demissionário da Educação, Tarso Genro, como presidente do PT, assim como a do ex-ministro do Trabalho Ricardo Berzoini para a secretaria-geral do partido e do deputado José Pimentel (CE) para a tesouraria. "O núcleo envolvido no erro político foi substituído por gente de fora, que tem maior distanciamento", afirmou, ressaltando que não estava fazendo julgamento do ex-presidente do PT José Genoino nem de Delúbio Soares e Silvio Pereira, respectivamente ex-tesoureiro e ex-secretário-geral da sigla.
Nilmário disse ainda que deixa o governo, após 30 meses, satisfeito com seu desempenho e os avanços conquistados à frente da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Ele destacou o projeto Presidente Amigo da Criança, entre outras ações desenvolvidas.