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13 de Outubro de 2005
Polícia do Paraná prende suspeitos de aplicar golpes em vítimas que estavam na lista de cartórios para serem protestadas
Quatro suspeitos de integrar uma quadrilha que aplicava golpes em segurados foram presos em Curitiba (PR), pela Polícia Civil. Segundo a delegada Vanessa Alice, que coordenou as investigações, a quadrilha prometia às vítimas o resgate do seguro de vida ou por invalidez a que tinham direito e, em troca, cobravam 10% do valor total da restituição.
"Eles recebiam metade antes, depois depositavam na conta da vítima um cheque roubado e a pessoa sem saber pagava o restante para a quadrilha, antes de descobrir que estava sendo enganada", disse.
O secretário da Segurança do Estado, Luiz Fernando Delazari, afirma que os estelionatários também tiravam dinheiro de vítimas que estavam na lista de cartórios para serem protestadas. A estimativa da polícia é que a quadrilha, formada por corretores de seguros ativos, já tenha aplicado golpes no valor de mais de R$ 1 milhão.
"Estávamos investigando estes criminosos desde 2003. Apenas na nossa Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas foram registrados mais de cem boletins de ocorrências ligados à ação desta quadrilha", disse Delazari. Há suspeitas de que o grupo aplicava golpes em vários Estados desde o começo da década de 90.
Segundo a Secretaria da Segurança, os suspeitos foram identificados como Carlos Roberto da Silva, 42, Nelson James Martins, 51, Diomar Domingos Santos de Araújo, 45, e Marcos Barbosa Cyganczuk, 40. Eles foram presos em Morretes (litoral do Paraná), em uma pousada onde estavam hospedados.
A polícia afirma que o grupo foi flagrado marcando anúncios de jornais com informações de títulos que seriam protestados. "Eles estavam telefonando para as vítimas como se fossem funcionários de cartórios e cobrando dinheiro prometendo que os títulos não seriam protestados", disse a delegada.
Com o grupo também foram apreendidos listagens de corretoras de seguro, celulares, jornais, recibos de depósito e outros documentos que comprovam a ação de estelionato da quadrilha. "Os nomes das vítimas eram tirados destas listagens das corretoras e também dos anúncios de jornais".
A reportagem não conseguiu, por telefone, localizar representantes dos suspeitos para comentar o caso.
"Eles recebiam metade antes, depois depositavam na conta da vítima um cheque roubado e a pessoa sem saber pagava o restante para a quadrilha, antes de descobrir que estava sendo enganada", disse.
O secretário da Segurança do Estado, Luiz Fernando Delazari, afirma que os estelionatários também tiravam dinheiro de vítimas que estavam na lista de cartórios para serem protestadas. A estimativa da polícia é que a quadrilha, formada por corretores de seguros ativos, já tenha aplicado golpes no valor de mais de R$ 1 milhão.
"Estávamos investigando estes criminosos desde 2003. Apenas na nossa Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas foram registrados mais de cem boletins de ocorrências ligados à ação desta quadrilha", disse Delazari. Há suspeitas de que o grupo aplicava golpes em vários Estados desde o começo da década de 90.
Segundo a Secretaria da Segurança, os suspeitos foram identificados como Carlos Roberto da Silva, 42, Nelson James Martins, 51, Diomar Domingos Santos de Araújo, 45, e Marcos Barbosa Cyganczuk, 40. Eles foram presos em Morretes (litoral do Paraná), em uma pousada onde estavam hospedados.
A polícia afirma que o grupo foi flagrado marcando anúncios de jornais com informações de títulos que seriam protestados. "Eles estavam telefonando para as vítimas como se fossem funcionários de cartórios e cobrando dinheiro prometendo que os títulos não seriam protestados", disse a delegada.
Com o grupo também foram apreendidos listagens de corretoras de seguro, celulares, jornais, recibos de depósito e outros documentos que comprovam a ação de estelionato da quadrilha. "Os nomes das vítimas eram tirados destas listagens das corretoras e também dos anúncios de jornais".
A reportagem não conseguiu, por telefone, localizar representantes dos suspeitos para comentar o caso.