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18 de Agosto de 2015
Rede de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente de Jaboticabal (SP) recebe Prêmio Nacional de Direitos Humanos
A Rede Social de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente, iniciada em 2010 na cidade de Jaboticabal (SP), recebeu na noite desta quinta-feira (13.08) o Prêmio Nacional de Direitos Humanos do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), na categoria “Ações e Experiências”.
Para os membros do Conselho Nacional do MNDH, a ação é “fundamental para a garantia, defesa, promoção e proteção dos Diretos Humanos no Brasil, através de reconhecidas atividades, militância e posicionamentos profissionais e pessoais na sociedade brasileira”.
Alexandre Gonzaga Baptista dos Santos, juiz da Infância e Juventude de Jaboticabal, é um dos articuladores da Rede. Segundo Alexandre, “a rede é um movimento contínuo da sociedade para a solução de problemas envolvendo principalmente as crianças e adolescentes”. “Ficamos muito felizes em receber este prêmio, mas com ele vem também uma responsabilidade maior ainda de continuar com o projeto”, destacou o juiz.
Integrantes da Rede de Jaboticabal: (da esq. para dir.) Alexandre Gonzaga Baptista dos Santos, Ricardo Ferreira Barbosa, Raul José Silva Girio, Eliete Travaini Lopes, Ethel Cipele, Renata Assirati, Maurilio Benedito Delfino, Maria Aparecida Chioda Marques, Luciene Borges. Com eles, a ex-ministra dos Direitor Humanos e atual integrante da Secretaria-Geral da organização dos Estados Americanos (OEA), Ideli Salvatti, que entregou a premiação. Foto de Reginaldo Coelho
Conheça a Rede Social de Proteção
A Rede Social de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente de Jaboticabal envolve diversos atores da sociedade, inclusive o Registro Civil da cidade, administrado pelo vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Ademar Custódio.
Sob o lema “A Rede Social somos todos nós”, os participantes buscam promover a articulação e desenvolvimento da Rede Social de Proteção através de debates, palestras, parceria com a imprensa, integração com as escolas e capacitação para corretos encaminhamentos em casos de riscos sociais e de encontros mensais em algum dos serviços existentes para conhecer melhor a atuação daquele local.
Com maior eficiência, praticidade e prioridade, a Rede Social busca atuar de forma preventiva com encaminhamentos imediatos e ações para garantir direitos fundamentais. É um movimento comunitário de conscientização da responsabilidade do poder público, da sociedade civil e da família para transformar em realidade os direitos de proteção da criança e adolescente.
“É importante que pessoas de todos os setores saibam enxergar o problemas pelos quais seus usuários estão passando e saibam encaminhar ao local adequado para que sejam integralmente atendidos”, destaca Alexandre.
O juiz da Infância e Juventude ressalta a importância da atuação do cartório. “Quando alguém vai no cartório para registrar um filho ou qualquer outro serviço, o Ademar já está treinado para enxergar as pessoas e conhece os equipamentos públicos e privados para os quais deve encaminhar cada tipo de situação de risco que perceba”, disse.
“Outros setores também sabem quando acionar o Cartório de Registro Civil, por exemplo quando é necessária alguma certidão, mesmo que de outro Estado, para conseguir um benefício social a um cidadão que está precisando”, completou Alexandre. “A Arpen-SP também é uma parceira da Rede, sempre solícitos quando precisamos”, destacou.
Outros participantes são a Vara da Infância e Juventude, a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, o Conselho Tutelar, a equipe técnica do Fórum e dos abrigos, o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, as Coordenadorias Municipais (saúde, educação, assistência social, habitação, cultura, etc), a Diretoria de Ensino, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS e CREAS), a Delegacia de Polícia, além de entidades civis e pessoas físicas e jurídicas , sempre buscando melhorar a atuação da área da infância e juventude desta cidade.
Renião da Rede em agosto/2015
Para os membros do Conselho Nacional do MNDH, a ação é “fundamental para a garantia, defesa, promoção e proteção dos Diretos Humanos no Brasil, através de reconhecidas atividades, militância e posicionamentos profissionais e pessoais na sociedade brasileira”.
Alexandre Gonzaga Baptista dos Santos, juiz da Infância e Juventude de Jaboticabal, é um dos articuladores da Rede. Segundo Alexandre, “a rede é um movimento contínuo da sociedade para a solução de problemas envolvendo principalmente as crianças e adolescentes”. “Ficamos muito felizes em receber este prêmio, mas com ele vem também uma responsabilidade maior ainda de continuar com o projeto”, destacou o juiz.
Integrantes da Rede de Jaboticabal: (da esq. para dir.) Alexandre Gonzaga Baptista dos Santos, Ricardo Ferreira Barbosa, Raul José Silva Girio, Eliete Travaini Lopes, Ethel Cipele, Renata Assirati, Maurilio Benedito Delfino, Maria Aparecida Chioda Marques, Luciene Borges. Com eles, a ex-ministra dos Direitor Humanos e atual integrante da Secretaria-Geral da organização dos Estados Americanos (OEA), Ideli Salvatti, que entregou a premiação. Foto de Reginaldo Coelho
Conheça a Rede Social de Proteção
A Rede Social de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente de Jaboticabal envolve diversos atores da sociedade, inclusive o Registro Civil da cidade, administrado pelo vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Ademar Custódio.
Sob o lema “A Rede Social somos todos nós”, os participantes buscam promover a articulação e desenvolvimento da Rede Social de Proteção através de debates, palestras, parceria com a imprensa, integração com as escolas e capacitação para corretos encaminhamentos em casos de riscos sociais e de encontros mensais em algum dos serviços existentes para conhecer melhor a atuação daquele local.
Com maior eficiência, praticidade e prioridade, a Rede Social busca atuar de forma preventiva com encaminhamentos imediatos e ações para garantir direitos fundamentais. É um movimento comunitário de conscientização da responsabilidade do poder público, da sociedade civil e da família para transformar em realidade os direitos de proteção da criança e adolescente.
“É importante que pessoas de todos os setores saibam enxergar o problemas pelos quais seus usuários estão passando e saibam encaminhar ao local adequado para que sejam integralmente atendidos”, destaca Alexandre.
O juiz da Infância e Juventude ressalta a importância da atuação do cartório. “Quando alguém vai no cartório para registrar um filho ou qualquer outro serviço, o Ademar já está treinado para enxergar as pessoas e conhece os equipamentos públicos e privados para os quais deve encaminhar cada tipo de situação de risco que perceba”, disse.
“Outros setores também sabem quando acionar o Cartório de Registro Civil, por exemplo quando é necessária alguma certidão, mesmo que de outro Estado, para conseguir um benefício social a um cidadão que está precisando”, completou Alexandre. “A Arpen-SP também é uma parceira da Rede, sempre solícitos quando precisamos”, destacou.
Outros participantes são a Vara da Infância e Juventude, a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, o Conselho Tutelar, a equipe técnica do Fórum e dos abrigos, o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, as Coordenadorias Municipais (saúde, educação, assistência social, habitação, cultura, etc), a Diretoria de Ensino, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS e CREAS), a Delegacia de Polícia, além de entidades civis e pessoas físicas e jurídicas , sempre buscando melhorar a atuação da área da infância e juventude desta cidade.

Renião da Rede em agosto/2015