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20 de Outubro de 2005
Reunião mensal da Arpen-SP debate a atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo
Mais uma vez lotado, o auditório da Arpen-SP foi palco nesta última quarta-feira (19.10) de um importante debate a respeito da atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, publicada no mês de setembro.
Durante cerca de três horas, Registradores das Pessoas Naturais de todo o Estado debateram as mudanças consolidadas pela nova redação da lei, discutiram sugestões e uniformizações de padrões, afim de tornar o serviço de Registro Civil uniforme e seus procedimentos claros a todas as 802 serventias do Estado de São Paulo.
Ao final da discussão e após colher as sugestões deliberadas em Assembléia, coube ao departamento jurídico da Arpen-SP reunir subsídios para efetuar um pedido de adaptação ou complementação junto à Egrégia Corregedoria Geral de Justiça.
"Achei a reunião muito proveitosa, pois pudemos discutir temas importantes das novas normas que estavam gerando interpretações diferentes entre os colegas. Achei interessante ouvir o que alguns interpretaram a respeito do novo texto, dos detalhes para quais chamaram à nossa atenção", falou Silvana Mitiko Koti, Oficiala de Registro Civil do 6° Subdistrito da Capital, no bairro do Brás. "Tinha algumas dúvidas sobre a questão do registro sem a presença da mãe e acho que agora as coisas ficaram mais claras", completou a Oficiala.
A mesma opinião foi demonstrada pela Oficiala do município de Francisco Morato, Suely Marilene Moreno. "A discussão das Normas de Serviço foi muito proveitosa, principalmente nos pontos onde ainda exista divergência de interpretação ou não compreendimento integral do que a Corregedoria havia escrito", afirmou.
Antes da discussão das Normas de Serviço, o presidente da Arpen-SP, Odélio Antônio de Lima, esclareceu alguns pontos em relação ao I Prêmio de Qualidade no Atendimento ao Cliente dos Cartórios de Registro Civil no Estado de São Paulo. Foram divulgadas a porcetagem de cartórios que aderiram ao Prêmio, e foi feita uma conclamação à que todos respeitem integralmente a fidelidade da opinião prestada pelo público como forma de atender a idéia central do Prêmio, melhorar o serviço prestado ao cliente e não angariar passagens ou placas.
Foram também abordados os sucessos dos cursos de Atendimento ao Cliente nas cidades de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além do curso de Grafotécnica em São José dos Campos e de Autenticação e Reconhecimento de Firmas na Baixada Santista. Por fim, o presidente comunicou ainda o encerramento das vagas para os cursos de Atendimento ao cliente em Campinas (250) e na Capital (407).
O último assunto proposto antes da discussão das Normas tratou da mudança do estatuto da Arpen-SP, que passará o mandato de seu presidente para dois anos e não mais rotativo a cada seis vezes. Posteriormente, foi feita a leitura de outras alterações do Estatuto da Associação, as quais submetidas ao plenário, foram aprovadas, com dois votos divergentes.
Durante cerca de três horas, Registradores das Pessoas Naturais de todo o Estado debateram as mudanças consolidadas pela nova redação da lei, discutiram sugestões e uniformizações de padrões, afim de tornar o serviço de Registro Civil uniforme e seus procedimentos claros a todas as 802 serventias do Estado de São Paulo.
Ao final da discussão e após colher as sugestões deliberadas em Assembléia, coube ao departamento jurídico da Arpen-SP reunir subsídios para efetuar um pedido de adaptação ou complementação junto à Egrégia Corregedoria Geral de Justiça.
"Achei a reunião muito proveitosa, pois pudemos discutir temas importantes das novas normas que estavam gerando interpretações diferentes entre os colegas. Achei interessante ouvir o que alguns interpretaram a respeito do novo texto, dos detalhes para quais chamaram à nossa atenção", falou Silvana Mitiko Koti, Oficiala de Registro Civil do 6° Subdistrito da Capital, no bairro do Brás. "Tinha algumas dúvidas sobre a questão do registro sem a presença da mãe e acho que agora as coisas ficaram mais claras", completou a Oficiala.
A mesma opinião foi demonstrada pela Oficiala do município de Francisco Morato, Suely Marilene Moreno. "A discussão das Normas de Serviço foi muito proveitosa, principalmente nos pontos onde ainda exista divergência de interpretação ou não compreendimento integral do que a Corregedoria havia escrito", afirmou.
Antes da discussão das Normas de Serviço, o presidente da Arpen-SP, Odélio Antônio de Lima, esclareceu alguns pontos em relação ao I Prêmio de Qualidade no Atendimento ao Cliente dos Cartórios de Registro Civil no Estado de São Paulo. Foram divulgadas a porcetagem de cartórios que aderiram ao Prêmio, e foi feita uma conclamação à que todos respeitem integralmente a fidelidade da opinião prestada pelo público como forma de atender a idéia central do Prêmio, melhorar o serviço prestado ao cliente e não angariar passagens ou placas.
Foram também abordados os sucessos dos cursos de Atendimento ao Cliente nas cidades de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além do curso de Grafotécnica em São José dos Campos e de Autenticação e Reconhecimento de Firmas na Baixada Santista. Por fim, o presidente comunicou ainda o encerramento das vagas para os cursos de Atendimento ao cliente em Campinas (250) e na Capital (407).
O último assunto proposto antes da discussão das Normas tratou da mudança do estatuto da Arpen-SP, que passará o mandato de seu presidente para dois anos e não mais rotativo a cada seis vezes. Posteriormente, foi feita a leitura de outras alterações do Estatuto da Associação, as quais submetidas ao plenário, foram aprovadas, com dois votos divergentes.