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24 de Outubro de 2005
Milhares participaram de campanha do registro civil no Mato Grosso
Em dois anos a campanha estadual conseguiu erradicar o problema em 48% dos municípios mato-grossenses
Responsáveis pela Campanha Estadual para o Registro Civil de Nascimento realizaram neste sábado uma ação de mobilização em todos os 141 municípios mato-grossenses.
Em Cuiabá, o ginásio do Colégio São Gonçalo recebeu milhares de pessoas durante todo o dia. Além disso, os cartórios da capital e de Várzea Grande permaneceram abertos.
O representante da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Cidadania (Setec) Carlos Roberto Garcia Santana explicou que a mobilização é uma ação continuada da campanha, que começou em 2003 e segue até 2006.
A meta é reduzir o índice de sub-registro (pessoas sem registro civil) à média de 5% da população do Estado.
No último censo do IBGE, de 2001, a média de Mato Grosso de pessoas sem certidão de nascimento era de 41%, maior que a média nacional, de 31%.
De acordo com Santana, em dois anos a campanha estadual conseguiu erradicar o problema em 48% dos municípios mato-grossenses. "Nossa expectativa é de que todas as cidades de Mato Grosso alcancem o índice de no máximo 5% da população sem registro", afirmou.
O juiz de direito da 4ª Vara de Família, Gilperes Fernandes da Silva, ficou responsável por orientar as pessoas que buscavam registro civil tardio para adultos ou crianças com mais de 12 anos.
O registro tardio depende de várias verificações, como testemunhas e certidões negativas de atos infracionais (no caso de menores de 18 anos).
O juiz ressaltou que quem não pôde ir ao ginásio do Colégio São Gonçalo neste sábado deve procurar o Cartório de Registro Civil de segunda a sexta-feira acompanhado de duas testemunhas.
"O registro é gratuito. Não é culpa do poder público essa quantidade de pessoas sem certidões de nascimento. O problema é que o brasileiro é muito acomodado. Nossa campanha sempre enfatiza que qualquer cidadão deve procurar o cartório e fazer a solicitação do registro", afirmou.
Registrados
A dona de casa Marcela da Luz Silva, 22 anos, levou o filho Kelven da Silva Queiroz, de um ano e meio, para pegar a 2ª via da certidão de nascimento.
Marcela e o filho estavam sem certidão há mais de um ano. "Para levar o Kelven ao médico era sempre uma dificuldade, porque eu não tinha documentos dele", afirmou.
Responsáveis pela Campanha Estadual para o Registro Civil de Nascimento realizaram neste sábado uma ação de mobilização em todos os 141 municípios mato-grossenses.
Em Cuiabá, o ginásio do Colégio São Gonçalo recebeu milhares de pessoas durante todo o dia. Além disso, os cartórios da capital e de Várzea Grande permaneceram abertos.
O representante da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Cidadania (Setec) Carlos Roberto Garcia Santana explicou que a mobilização é uma ação continuada da campanha, que começou em 2003 e segue até 2006.
A meta é reduzir o índice de sub-registro (pessoas sem registro civil) à média de 5% da população do Estado.
No último censo do IBGE, de 2001, a média de Mato Grosso de pessoas sem certidão de nascimento era de 41%, maior que a média nacional, de 31%.
De acordo com Santana, em dois anos a campanha estadual conseguiu erradicar o problema em 48% dos municípios mato-grossenses. "Nossa expectativa é de que todas as cidades de Mato Grosso alcancem o índice de no máximo 5% da população sem registro", afirmou.
O juiz de direito da 4ª Vara de Família, Gilperes Fernandes da Silva, ficou responsável por orientar as pessoas que buscavam registro civil tardio para adultos ou crianças com mais de 12 anos.
O registro tardio depende de várias verificações, como testemunhas e certidões negativas de atos infracionais (no caso de menores de 18 anos).
O juiz ressaltou que quem não pôde ir ao ginásio do Colégio São Gonçalo neste sábado deve procurar o Cartório de Registro Civil de segunda a sexta-feira acompanhado de duas testemunhas.
"O registro é gratuito. Não é culpa do poder público essa quantidade de pessoas sem certidões de nascimento. O problema é que o brasileiro é muito acomodado. Nossa campanha sempre enfatiza que qualquer cidadão deve procurar o cartório e fazer a solicitação do registro", afirmou.
Registrados
A dona de casa Marcela da Luz Silva, 22 anos, levou o filho Kelven da Silva Queiroz, de um ano e meio, para pegar a 2ª via da certidão de nascimento.
Marcela e o filho estavam sem certidão há mais de um ano. "Para levar o Kelven ao médico era sempre uma dificuldade, porque eu não tinha documentos dele", afirmou.