Notícias
02 de Fevereiro de 2006
Limongi assume TJSP com alternativas à morosidade
Zínia Baeta
De São Paulo
O desembargador Celso Luiz Limongi assumiu oficialmente ontem a presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) durante cerimônia que abriu o ano judiciário. O magistrado afirmou ser meta de seu mandato o término da informatização e a busca de um orçamento maior para o Judiciário, assim como colocar em prática medidas alternativas que possam contribuir para reduzir a morosidade no trâmite de processos e facilitar o acesso da população à Justiça. Hoje, o número de ações em andamento, somente na primeira instância do Estado, alcança a casa dos 15 milhões.
Segundo ele, o orçamento para este ano é de R$ 4 bilhões, mas as despesas da Justiça do Estado são bem maiores do que isso. "Somente com o funcionalismo gastamos cerca de R$ 3 bilhões", diz. Por isso, o magistrado afirma que se os recursos do TJSP não forem suficientes para o término da informatização, há a possibilidade de buscar-se empréstimos com bancos oficiais estrangeiros para a finalização do projeto.
Dentre outras medidas anunciadas pelo desembargador está a assinatura de um convênio que permitirá a instalação de juizados especiais em postos de atendimento do Poupatempo. Outra novidade é a criação de unidades avançadas de atendimento, que serão instaladas em municípios distantes da sede do Judiciário de sua região. Dessa forma, evita-se o deslocamento do cidadão à sede da comarca. O juiz da região, em um determinado período do mês, estará presente nesse posto para atender as demandas existentes.
Fonte: Valor Econômico
De São Paulo
O desembargador Celso Luiz Limongi assumiu oficialmente ontem a presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) durante cerimônia que abriu o ano judiciário. O magistrado afirmou ser meta de seu mandato o término da informatização e a busca de um orçamento maior para o Judiciário, assim como colocar em prática medidas alternativas que possam contribuir para reduzir a morosidade no trâmite de processos e facilitar o acesso da população à Justiça. Hoje, o número de ações em andamento, somente na primeira instância do Estado, alcança a casa dos 15 milhões.
Segundo ele, o orçamento para este ano é de R$ 4 bilhões, mas as despesas da Justiça do Estado são bem maiores do que isso. "Somente com o funcionalismo gastamos cerca de R$ 3 bilhões", diz. Por isso, o magistrado afirma que se os recursos do TJSP não forem suficientes para o término da informatização, há a possibilidade de buscar-se empréstimos com bancos oficiais estrangeiros para a finalização do projeto.
Dentre outras medidas anunciadas pelo desembargador está a assinatura de um convênio que permitirá a instalação de juizados especiais em postos de atendimento do Poupatempo. Outra novidade é a criação de unidades avançadas de atendimento, que serão instaladas em municípios distantes da sede do Judiciário de sua região. Dessa forma, evita-se o deslocamento do cidadão à sede da comarca. O juiz da região, em um determinado período do mês, estará presente nesse posto para atender as demandas existentes.
Fonte: Valor Econômico