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19 de Abril de 2006
Infidelidade no casamento pode dar multa milionária
Maridos e esposas que traírem seus parceiros durante o casamento poderão ser financeiramente punidos no divórcio, se uma nova lei for aprovada na Câmara dos Lordes nas próximas semanas, no Reino Unido.
Segundo o jornal Daily Telegraph - que ouviu advogados e juízes especialistas no tema - "caso a lei seja aprovada será impulsionada uma ´cultura da desconfiança´, onde os detetives particulares terão papel fundamental".
Um exemplo citado pelo jornal foi o divórcio dos britânicos Alan e Melissa Miller, cujo casamento durou menos de três anos. Alan é ator, professor e cineasta de notoriedade.
Por ter traído a esposa durante o relacionamento, Alan teve - por sentença judicial - de pagar 5 milhões de libras à ex-mulher (US$ 8,8 milhões). A fortuna do casal era avaliada em 20 milhões de libras (US$ 35,3 milhões).
Enquanto isso, uma pesquisa divulgada pelos jornais ingleses trouxe a conclusão de que "no casamento, piora a dieta das mulheres enquanto os homens comem melhor".
Segundo trabalhos que foram conduzidos pelo Centro de Pesquisas em Nutrição Humana da Universidade de Newcastle, no Reino-Unido, as mulheres tendem globalmente a se alimentar de maneira menos saudável quando elas vivem com um cônjuge, do que quando elas são solteiras. Enquanto isso, os homens, neste plano, têm tudo a ganhar com a coabitação.
A razão desta injustiça? Segundo a doutora Amelia Lake, co-autora da pesquisa, tudo começa durante a lua-de-mel. Trata-se de um período mais ou menos prolongado, porém sempre definidor, durante o qual cada cônjuge, preocupado em agradar ao outro, troca espontaneamente seus hábitos alimentares contra os pratos prediletos da sua cara metade.
A diferença entre os sexos dá-se de tal forma que os homens, com maior freqüência, são atraídos pelos angiospermas (feijão, lentilhas, etc.) e os pratos de forte teor calórico. Enquanto isso, as mulheres - por natureza ou, mais provavelmente, por razões culturais - preferem comer frutas, legumes e alimentos leves.
Uma outra pesquisa, também divulgada ontem - e que estima "ser válida para todo o mundo" - concluiu que "o casamento infeliz pode afetar saúde de idosos" e que "a vida conjugal tem influência na saúde em idades mais avançadas".
Um casamento conturbado pode acelerar o declínio de saúde que vem naturalmente com a idade, segundo a dra. Debra Umberson, uma das responsáveis pelo estudo.
Assim como o fumo, o estresse crônico tem um efeito cumulativo sobre a saúde e, além disso, pessoas com mais idade são mais suscetíveis aos seus efeitos, em decorrência do declínio do sistema imunológico.
Os pesquisadores basearam o trabalho numa pesquisa com adultos americanos que começou em 1986 e durou 19 anos, com 1.049 homens e mulheres entrevistados.
Segundo o jornal Daily Telegraph - que ouviu advogados e juízes especialistas no tema - "caso a lei seja aprovada será impulsionada uma ´cultura da desconfiança´, onde os detetives particulares terão papel fundamental".
Um exemplo citado pelo jornal foi o divórcio dos britânicos Alan e Melissa Miller, cujo casamento durou menos de três anos. Alan é ator, professor e cineasta de notoriedade.
Por ter traído a esposa durante o relacionamento, Alan teve - por sentença judicial - de pagar 5 milhões de libras à ex-mulher (US$ 8,8 milhões). A fortuna do casal era avaliada em 20 milhões de libras (US$ 35,3 milhões).
Enquanto isso, uma pesquisa divulgada pelos jornais ingleses trouxe a conclusão de que "no casamento, piora a dieta das mulheres enquanto os homens comem melhor".
Segundo trabalhos que foram conduzidos pelo Centro de Pesquisas em Nutrição Humana da Universidade de Newcastle, no Reino-Unido, as mulheres tendem globalmente a se alimentar de maneira menos saudável quando elas vivem com um cônjuge, do que quando elas são solteiras. Enquanto isso, os homens, neste plano, têm tudo a ganhar com a coabitação.
A razão desta injustiça? Segundo a doutora Amelia Lake, co-autora da pesquisa, tudo começa durante a lua-de-mel. Trata-se de um período mais ou menos prolongado, porém sempre definidor, durante o qual cada cônjuge, preocupado em agradar ao outro, troca espontaneamente seus hábitos alimentares contra os pratos prediletos da sua cara metade.
A diferença entre os sexos dá-se de tal forma que os homens, com maior freqüência, são atraídos pelos angiospermas (feijão, lentilhas, etc.) e os pratos de forte teor calórico. Enquanto isso, as mulheres - por natureza ou, mais provavelmente, por razões culturais - preferem comer frutas, legumes e alimentos leves.
Uma outra pesquisa, também divulgada ontem - e que estima "ser válida para todo o mundo" - concluiu que "o casamento infeliz pode afetar saúde de idosos" e que "a vida conjugal tem influência na saúde em idades mais avançadas".
Um casamento conturbado pode acelerar o declínio de saúde que vem naturalmente com a idade, segundo a dra. Debra Umberson, uma das responsáveis pelo estudo.
Assim como o fumo, o estresse crônico tem um efeito cumulativo sobre a saúde e, além disso, pessoas com mais idade são mais suscetíveis aos seus efeitos, em decorrência do declínio do sistema imunológico.
Os pesquisadores basearam o trabalho numa pesquisa com adultos americanos que começou em 1986 e durou 19 anos, com 1.049 homens e mulheres entrevistados.