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10 de Maio de 2007
CGJ de Goiás apóia campanha de adoção
O desembargador Floriano Gomes da Silva Filho, corregedor-geral da Justiça, abriu oficialmente nesta tarde (9) a Campanha Mude um Destino, instituída pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Já em funcionamento em sete Estados e no Distrito Federal, a campanha tem como objetivo mobilizar a sociedade em favor das crianças e dos adolescentes que vivem nos abrigos e gerar mecanismos que mudem a realidade desses brasileiros. A manhã, o movimento será levado ao Estado do Acre pelo seu coordenador-geral, juiz Francisco Oliveira Neto, que apresentou aos magistrados goianos, conselheiros tutelares e representantes do Ministério Público todos os procedimentos da promoção no auditório da Associação dos Magistrados de Goiás.
A campanha Mude um Destino está sendo apoiada em Goiás pela Corregedoria-Geral de Justiça, através Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai), e pelo Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia. Francisco de Oliveira disse que toda criança tem o direito a ter uma família biológica ou substituta e que promover a conscientização sobre o problema é o primeiro passo para o incentivo à adoção e reintegração familiar. O juiz Maurício Porfírio Rosa , Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia, disse das dificuldades que uma criança brasileira acima de um ano tem de ser adotada. Todos querem criança menores, saudáveis, de cor branca e sem nenhum problema de saúde. "Lugar de criança é no seio de uma família, fora disso não se cria crianças saudáveis", afirmou o magistrado.
Durante a abertura do evento foi apresentado o resumo do documentário "O Que o Destino me Mandar", apresentações artísticas da cantora goiana Maria Eugênia, que também adotou uma criança, e da adolescente Aline de Sousa Lima (recentemente adotada). O encerramento do evento foi marcado pela apresentação do projeto Anjo da Guarda, desenvolvido pelo Juizado da Infância e da Juventude.(Lílian de França)
A campanha Mude um Destino está sendo apoiada em Goiás pela Corregedoria-Geral de Justiça, através Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai), e pelo Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia. Francisco de Oliveira disse que toda criança tem o direito a ter uma família biológica ou substituta e que promover a conscientização sobre o problema é o primeiro passo para o incentivo à adoção e reintegração familiar. O juiz Maurício Porfírio Rosa , Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia, disse das dificuldades que uma criança brasileira acima de um ano tem de ser adotada. Todos querem criança menores, saudáveis, de cor branca e sem nenhum problema de saúde. "Lugar de criança é no seio de uma família, fora disso não se cria crianças saudáveis", afirmou o magistrado.
Durante a abertura do evento foi apresentado o resumo do documentário "O Que o Destino me Mandar", apresentações artísticas da cantora goiana Maria Eugênia, que também adotou uma criança, e da adolescente Aline de Sousa Lima (recentemente adotada). O encerramento do evento foi marcado pela apresentação do projeto Anjo da Guarda, desenvolvido pelo Juizado da Infância e da Juventude.(Lílian de França)