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10 de Maio de 2007
Clipping - Jornal Agora SP - São Paulo espera pela 16ª criança com nome de Bento
A qualquer momento o 16º Bento de São Paulo pode nascer. Desde abril de 2005, quando o alemão Joseph Alois Ratzinger, 80, assumiu o posto máximo da Igreja Católica e se tornou Bento 16, foram registrados 15 bebês com o nome do papa na capital.
Os bairros com maior número de Bentos são Brás, Vila Mariana e Ibirapuera, cada um com dois. Liberdade, Butantã, Bela Vista, Ipiranga, Saúde, Jardim Paulista, Santo Amaro, Capela do Socorro e Vila Nova Cachoeirinha tem um cada.
Um dos Bentinhos da Vila Mariana (zona sul) mora em uma casa com a inscrição "paz" logo na entrada. Bento Fernandes Cocenza tem 1 ano e 4 meses, fala pouco e prefere correr pela casa. Loiro, de olhos castanhos claros, ele é o caçula de uma família com quatro filhos.
Apesar de católicos, os pais Suzi Fernandes Cocenza, 39 anos, e Roberto Cocenza, 42, ambos empresários, adiantam: "Não foi uma homenagem ao papa". Os dois sempre escolheram nomes italianos para os filhos --os mais velhos são Lorenza, 7, Laura, 5, e Dante, 3. "O nome já estava definido antes", diz a mãe. Ela não é fã do atual pontífice. "Acho ele conservador demais. Não concordo com muita coisa", afirma.
O pai é devoto de São Francisco de Assis e São Jorge. Além de imagens dos dois santos, deu para a mulher uma outra relíquia católica: uma medalhinha de madre Tereza de Calcutá, benzida pela missionária, a quem foi apresentado como bolsista do Rotary, na Índia. "Ao nosso modo, esse é um lar católico."
Mesmo tão novo, Bento Cocenza já conhece bem uma das imagens mais famosas do mundo religioso, a Santa Ceia. Em uma das paredes da casa, estão penduradas algumas das 25 obras que o pai coleciona sobre o tema. "Ele também adora pintar", diz o pai.
O nome do atual papa ainda está longe da popularidade que atingiu seu antecessor, João Paulo 2º. Nos últimos dez anos, 1.951 crianças receberam o nome do antigo pontífice em São Paulo.(CINTHIA RODRIGUES)
Os bairros com maior número de Bentos são Brás, Vila Mariana e Ibirapuera, cada um com dois. Liberdade, Butantã, Bela Vista, Ipiranga, Saúde, Jardim Paulista, Santo Amaro, Capela do Socorro e Vila Nova Cachoeirinha tem um cada.
Um dos Bentinhos da Vila Mariana (zona sul) mora em uma casa com a inscrição "paz" logo na entrada. Bento Fernandes Cocenza tem 1 ano e 4 meses, fala pouco e prefere correr pela casa. Loiro, de olhos castanhos claros, ele é o caçula de uma família com quatro filhos.
Apesar de católicos, os pais Suzi Fernandes Cocenza, 39 anos, e Roberto Cocenza, 42, ambos empresários, adiantam: "Não foi uma homenagem ao papa". Os dois sempre escolheram nomes italianos para os filhos --os mais velhos são Lorenza, 7, Laura, 5, e Dante, 3. "O nome já estava definido antes", diz a mãe. Ela não é fã do atual pontífice. "Acho ele conservador demais. Não concordo com muita coisa", afirma.
O pai é devoto de São Francisco de Assis e São Jorge. Além de imagens dos dois santos, deu para a mulher uma outra relíquia católica: uma medalhinha de madre Tereza de Calcutá, benzida pela missionária, a quem foi apresentado como bolsista do Rotary, na Índia. "Ao nosso modo, esse é um lar católico."
Mesmo tão novo, Bento Cocenza já conhece bem uma das imagens mais famosas do mundo religioso, a Santa Ceia. Em uma das paredes da casa, estão penduradas algumas das 25 obras que o pai coleciona sobre o tema. "Ele também adora pintar", diz o pai.
O nome do atual papa ainda está longe da popularidade que atingiu seu antecessor, João Paulo 2º. Nos últimos dez anos, 1.951 crianças receberam o nome do antigo pontífice em São Paulo.(CINTHIA RODRIGUES)