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21 de Maio de 2007
Clipping - Diário de Marília Online - Projeto inédito faz investigação de paternidade de 1.329 alunos
Um projeto inédito no Estado de São Paulo, idealizado pela Corregedoria Geral da Justiça, está convocando em todo o Estado crianças e jovens em idade escolar matriculados na rede pública estadual para legalizar registro de paternidade.
Foram detectados no quadro geral de alunos 350 mil estudantes sem o nome do pai. Só em Marília são 1.329 alunos sem paternidade regularizada.
A iniciativa partiu da juíza auxiliar da corregedoria, Ana Luíza Nova, que inicialmente executou o projeto piloto da "Paternidade Responsável" em dezembro passado em Itaquera.
Agora vem sendo implantado em todo o Estado, inicialmente através das matrículas de alunos da rede estadual.
O projeto se baseia na proposta de Justiça Cidadã, invertendo o papel passivo do judiciário e convidando a população, através de mutirões, a fazer valer os seus direitos.
"Diferente de uma ação judicial de cobrança de paternidade, este é um convite de legalização, através de uma investigação preliminar de paternidade, em que todos os envolvidos são convidados e não obrigados a participar", declarou o registrador autorizado de Marília, Antônio Francisco Parra.
Sob a coordenação do juiz corregedor do cartório, Reynaldo José Castilho Paini, o serviço de legalização de paternidade começou no sábado passado e haverá ainda mais duas sessões de convocação de alunos e suas mães.
Como o projeto é em parceria com a Secretaria Estadual de Educação, cada escola está emitindo os dados e a Justiça vem promovendo a convocação para as datas marcadas.
Alunos das escolas Baltazar de Godoy, Valdemar Muniz, Geraldo Zancopé, Lourenço Seni, Antônio Gomes e Oracina já foram convocados para receber as orientações da lei e se pronunciar ou não sobre o desejo de ver a paternidade das crianças legalizada.
Ontem participaram alunos das escolas Antônio Augusto Neto, João Walfredo, Maria Cecília, Nassib Cury, Nelson Cabrini e Silvia Ribeiro.
No dia 26 de maio serão convocados os alunos das escolas Santa Antonieta e Benito Martinelli. Após a convocação das mães, no caso daquelas que demonstrarem interesse em resgatar a paternidade dos filhos e pronunciarem os supostos pais, a Justiça irá marcar audiência pública comunitária dos suspeitos para as devidas explicações.
Foram detectados no quadro geral de alunos 350 mil estudantes sem o nome do pai. Só em Marília são 1.329 alunos sem paternidade regularizada.
A iniciativa partiu da juíza auxiliar da corregedoria, Ana Luíza Nova, que inicialmente executou o projeto piloto da "Paternidade Responsável" em dezembro passado em Itaquera.
Agora vem sendo implantado em todo o Estado, inicialmente através das matrículas de alunos da rede estadual.
O projeto se baseia na proposta de Justiça Cidadã, invertendo o papel passivo do judiciário e convidando a população, através de mutirões, a fazer valer os seus direitos.
"Diferente de uma ação judicial de cobrança de paternidade, este é um convite de legalização, através de uma investigação preliminar de paternidade, em que todos os envolvidos são convidados e não obrigados a participar", declarou o registrador autorizado de Marília, Antônio Francisco Parra.
Sob a coordenação do juiz corregedor do cartório, Reynaldo José Castilho Paini, o serviço de legalização de paternidade começou no sábado passado e haverá ainda mais duas sessões de convocação de alunos e suas mães.
Como o projeto é em parceria com a Secretaria Estadual de Educação, cada escola está emitindo os dados e a Justiça vem promovendo a convocação para as datas marcadas.
Alunos das escolas Baltazar de Godoy, Valdemar Muniz, Geraldo Zancopé, Lourenço Seni, Antônio Gomes e Oracina já foram convocados para receber as orientações da lei e se pronunciar ou não sobre o desejo de ver a paternidade das crianças legalizada.
Ontem participaram alunos das escolas Antônio Augusto Neto, João Walfredo, Maria Cecília, Nassib Cury, Nelson Cabrini e Silvia Ribeiro.
No dia 26 de maio serão convocados os alunos das escolas Santa Antonieta e Benito Martinelli. Após a convocação das mães, no caso daquelas que demonstrarem interesse em resgatar a paternidade dos filhos e pronunciarem os supostos pais, a Justiça irá marcar audiência pública comunitária dos suspeitos para as devidas explicações.