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05 de Junho de 2007
Paternidade Responsável - Ações em Santos envolvem os dois cartórios do município em grande mobilização pela paternidade
Santos - Os dois cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais do município de Santos realizaram no último sábado (02.06) um grande mutirão pela cidadania com a realização da primeira etapa do projeto "Paternidade Responsável" que atendeu cerca de 500 mães interessadas em indicar o suposto pai de seus filhos somente no dia da mobilização.
O atendimento às mães ocorreu durante todo o dia nas escolas E.E. Primo Ferreira e Azevedo Junior, na Vila Belmiro. Durante todo o sábado a movimentação foi intensa. Foram ao todo notificadas 3170 mães de alunos do município e 1757 da rede estadual.
O Juiz Corregedor da comarca, Ramon Mateo Junior, acredita que a iniciativa é uma tentativa de estender a cidadania para aqueles que não tem a paternidade estabelecida: "É importante ter o reconhecimento paterno. Imaginei se eu não tivesse o nome do meu pai no registro. Portanto, eu abracei mesmo o projeto. Os Oficiais do Registro Civil foram extremamente atenciosos, eles deram uma dedicação extraordinária".
A novidade é que a cidade além de realizar as comunicações para as mães dos alunos das escolas estaduais cujos filhos não têm a paternidade estabelecida, estendeu também o projeto aos alunos da rede municipal de ensino. Na rede estadual quase duas mil crianças não possuem a paternidade estabelecida e na rede municipal cerca de 4 mil, num total de mais de 5 mil crianças na cidade de Santos.
Para Ivone Candido da Silva este projeto abriu mais uma chance dar a sua filha o nome do pai. "Eu já havia procurado saber no ano de 2000 como eu devia fazer para colocar o nome do pai no registro. Mas acabou não dando certo. E agora tenho mais uma vez esta oportunidade. Estou confiante desta vez", explica.
Para atender as mães que compareceram às escolas em Santos todos os 20 funcionários do 1º subdistrito, funcionários do 2º subdistrito e 30 funcionários do fórum se revezam no atendimento que foi realizado das 9hs às 16hs.
Para Rita de Cássia Mendonça o projeto irá facilitar a busca do pai que não quer pagar a pensão que o filho tem direito: "Faz muito tempo que estou atrás dele. Quero a pensão que meu filho tem direito. Espero desta vez conseguir", disse Rita.
"Esta primeira fase foi muito boa. Os dois cartórios se envolveram com força total no projeto. Tivemos também total apoio do fórum, e da polícia. Agora estamos empenhados em realizar um levantamento de crianças que não estão em idade escolar, e notificar estas mães a comparecerem ao cartório para dar continuidade ao projeto", explicou Nélson Hidalgo Molero, Oficial do 1º Subdistrito de Santos.
Para José Julio Pereira, Oficial do 2º Subdistrito esta primeira fase do projeto foi um sucesso: "O projeto veio na hora certa. Estamos concluindo esta primeira fase com bastante êxito. Durante as mobilizações a procura foi alta, muitas mães compareceram. Agora estamos atendendo mães diretamente no cartório que ficaram sabendo do projeto pela imprensa", conclui o Oficial.
O atendimento às mães ocorreu durante todo o dia nas escolas E.E. Primo Ferreira e Azevedo Junior, na Vila Belmiro. Durante todo o sábado a movimentação foi intensa. Foram ao todo notificadas 3170 mães de alunos do município e 1757 da rede estadual.
O Juiz Corregedor da comarca, Ramon Mateo Junior, acredita que a iniciativa é uma tentativa de estender a cidadania para aqueles que não tem a paternidade estabelecida: "É importante ter o reconhecimento paterno. Imaginei se eu não tivesse o nome do meu pai no registro. Portanto, eu abracei mesmo o projeto. Os Oficiais do Registro Civil foram extremamente atenciosos, eles deram uma dedicação extraordinária".
A novidade é que a cidade além de realizar as comunicações para as mães dos alunos das escolas estaduais cujos filhos não têm a paternidade estabelecida, estendeu também o projeto aos alunos da rede municipal de ensino. Na rede estadual quase duas mil crianças não possuem a paternidade estabelecida e na rede municipal cerca de 4 mil, num total de mais de 5 mil crianças na cidade de Santos.
Para Ivone Candido da Silva este projeto abriu mais uma chance dar a sua filha o nome do pai. "Eu já havia procurado saber no ano de 2000 como eu devia fazer para colocar o nome do pai no registro. Mas acabou não dando certo. E agora tenho mais uma vez esta oportunidade. Estou confiante desta vez", explica.
Para atender as mães que compareceram às escolas em Santos todos os 20 funcionários do 1º subdistrito, funcionários do 2º subdistrito e 30 funcionários do fórum se revezam no atendimento que foi realizado das 9hs às 16hs.
Para Rita de Cássia Mendonça o projeto irá facilitar a busca do pai que não quer pagar a pensão que o filho tem direito: "Faz muito tempo que estou atrás dele. Quero a pensão que meu filho tem direito. Espero desta vez conseguir", disse Rita.
"Esta primeira fase foi muito boa. Os dois cartórios se envolveram com força total no projeto. Tivemos também total apoio do fórum, e da polícia. Agora estamos empenhados em realizar um levantamento de crianças que não estão em idade escolar, e notificar estas mães a comparecerem ao cartório para dar continuidade ao projeto", explicou Nélson Hidalgo Molero, Oficial do 1º Subdistrito de Santos.
Para José Julio Pereira, Oficial do 2º Subdistrito esta primeira fase do projeto foi um sucesso: "O projeto veio na hora certa. Estamos concluindo esta primeira fase com bastante êxito. Durante as mobilizações a procura foi alta, muitas mães compareceram. Agora estamos atendendo mães diretamente no cartório que ficaram sabendo do projeto pela imprensa", conclui o Oficial.