Notícias
08 de Junho de 2007
Clipping - O Estado de São Paulo - SP terá banco de dados de vítimas
Saber onde ocorrem os crimes, quem são as vítimas e, se possível, os agressores, é a nova aposta da Prefeitura de São Paulo para tentar combater a violência na cidade. Um banco de dados passará a armazenar essas informações na cidade. Um decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) criou o Programa de Informações sobre Vítimas de Violência (PIVV), regulamentando depois de quatro anos uma lei que obrigava os hospitais públicos e particulares a informarem os casos de violência - caso contrário, serão multados.
"Com mais informações - e confiáveis -, será possível produzir políticas públicas mais adequadas", afirmou o coordenador de Desenvolvimento de Programas e Políticas da Secretaria de Saúde, Cássio Figueiredo. Para o hospital da rede privada que não atender à determinação e deixar de informar um caso, está prevista uma multa de R$ 5 mil - que dobra em caso de reincidência.
Assim, cada vez que se suspeitar de um atendimento ou um caso de violência comprovado chegar aos hospitais, os profissionais da área terão de preencher um formulário com dados da vítima - idade, sexo, cor, renda, escolaridade e local de residência. Também devem procurar obter o máximo de dados sobre o agressor.
Atualmente, a Prefeitura mantém um banco de dados sobre as mortes que ocorrem em São Paulo, o Pro-Aim. Com o PIVV, haverá um retrato de lesões corporais, crimes sexuais e contra idosos, violência doméstica, delitos de trânsito e até casos de assédio moral em empresas. A rede municipal de saúde terá 90 dias de prazo para adotar o PIVV.
"Os profissionais de saúde receberão até o fim deste mês um protocolo de atendimento que estamos produzindo", afirmou Figueiredo. Segundo ele, é preciso saber como atender as vítimas de crimes. "Uma mulher violentada, por exemplo, precisa receber remédios contra hepatite, aids e outros doenças sexualmente transmissíveis e tomá-los em 72 horas." As fichas para a notificação estarão disponíveis na internet para os hospitais cadastrados no sistema.
"Com mais informações - e confiáveis -, será possível produzir políticas públicas mais adequadas", afirmou o coordenador de Desenvolvimento de Programas e Políticas da Secretaria de Saúde, Cássio Figueiredo. Para o hospital da rede privada que não atender à determinação e deixar de informar um caso, está prevista uma multa de R$ 5 mil - que dobra em caso de reincidência.
Assim, cada vez que se suspeitar de um atendimento ou um caso de violência comprovado chegar aos hospitais, os profissionais da área terão de preencher um formulário com dados da vítima - idade, sexo, cor, renda, escolaridade e local de residência. Também devem procurar obter o máximo de dados sobre o agressor.
Atualmente, a Prefeitura mantém um banco de dados sobre as mortes que ocorrem em São Paulo, o Pro-Aim. Com o PIVV, haverá um retrato de lesões corporais, crimes sexuais e contra idosos, violência doméstica, delitos de trânsito e até casos de assédio moral em empresas. A rede municipal de saúde terá 90 dias de prazo para adotar o PIVV.
"Os profissionais de saúde receberão até o fim deste mês um protocolo de atendimento que estamos produzindo", afirmou Figueiredo. Segundo ele, é preciso saber como atender as vítimas de crimes. "Uma mulher violentada, por exemplo, precisa receber remédios contra hepatite, aids e outros doenças sexualmente transmissíveis e tomá-los em 72 horas." As fichas para a notificação estarão disponíveis na internet para os hospitais cadastrados no sistema.