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07 de Agosto de 2007

Paternidade Responsável - Pais comparecem a mutirão da Paternidade Responsável em Santo André

No dia estadual da Paternidade Responsável a cidade de Santo André, na Grande São Paulo, recebeu centenas de pais na escola estadual Dr. Américo Brasiliense para realizar audiências de reconhecimento da paternidade.


A ação contou com a participação dos cartórios do 1º e 2º subdistrito de Santo André, coordenados pelos Oficiais, Lúcia Regina de Mello e Flavio Pereira de Araújo, respectivamente. Além de 10 juizes, funcionários dos cartórios, voluntários e defensores públicos.


Um grande movimento marcou a mobilização na cidade. As famílias foram alocadas de maneira organizada e puderam ser atendidas em salas especiais, separadas para as audiências.


O mutirão da cidade de Santo André recebeu a ilustre visita do Corregedor Geral da Justiça, Gilberto Passos de Freitas e da juíza auxiliar da Corregedoria, Ana Luiza Villa Nova. "Esse projeto, é uma iniciativa muito feliz da Dra. Ana (Luiza Villa Nova). Ele engrandece o Judiciário, pois é a justiça cidadã. É o Judiciário chegando ao povo. Ele já está sendo um sucesso. Estou muito feliz, não só pelo Judiciário poder servir ao cidadão mas também pelo envolvimento das parcerias, em especial os cartórios de registro civil", declarou o Corregedor.


Para Ana Luiza Villa Nova o projeto é um sucesso. "Com base nas visitas que estamos fazendo eu percebo que está correndo tudo muito bem, que a população está sendo atendida com eficiência e satisfação. O resultado está sendo muito positivo. Todos os envolvidos estão participando com muito empenho da iniciativa", afirma a juíza.


Giovane Carlos de Queiroz compareceu à escola para reconhecer a paternidade da filha Maria das Dores da Silva, que não foi registrada na época do nascimento, pois eles haviam saído da cidade natal, Pernambuco, para vir para São Paulo. E, para a mãe de sua filha poder viajar com a menina foi preciso registrá-la somente em seu nome. Hoje Maria das Dores tem 12 anos e finalmente pode regularizar o registro, acrescentando o nome de seu pai na certidão.


"Não registrar a Maria foi um acidente. Sempre quis deixar tudo certinho e agora tivemos essa oportunidade. Estou muito satisfeito", conta Giovane.


Para o Oficial do 2º Subsdistrito de Santo André o projeto é extremamente relevante para a sociedade: "É um projeto muito importante para o cidadão, é uma forma de contribuirmos para alcançar a tão aclamada cidadania. È direito de o filho ter um pai, independentemente da relação que esse pai tenha com essa mãe. Por isso eventos como esses são relevantes para divulgar para a população que ela tem esse direito", explica o Oficial.

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