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07 de Dezembro de 2007
Clipping - Jornal O Estado de S.Paulo - Cai sub-registro de morte infantil
O IBGE constatou que o sub-registro de mortes de crianças com até 1 ano de idade recuou, mas ainda se manteve em patamar elevado no Brasil.
Considera-se sub-registro a diferença entre o número estimado de mortes e o número apurado nos cartórios.
O indicador diminuiu de 50,9% em 2005 para 46,4% no ano passado, uma variação negativa de 4,5% pontos porcentuais.
O recuo foi de 7,1 pontos no Norte, de 49,7% para 42,6%; de 3 no Centro-Oeste, de 25,7% para 22,7%; de 8,7 no Sul, de 25,1% para 16,4%; e de 7,3 no Sudeste, de 22,8% para 15,5%.
No Norgeste, porém, prticamente não houve mudança: o sub-registro recuou de 69,5% para 68,9%, apenas 0,6 ponto. Segundo o coordenador de População e Indicadores Sociais da instituição, Luiz Antônio Oliveira, o motivo é um componente cultural forte no interior: os "cemitérios de anjinhos". "Essas crianças são sepultadas em cemitérios que não exigem certidão de óbito."
Segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2006, também recuou o porcentual de sub-registro de nascimentos, de 21,9%, em 2000, para 12,7% em 2006. O instituto atribui o sub-registro dos nascimentos à dificuldade de acesso aos cartórios, falta de fiscalização, inexistência de uma rede de proteção à criança e, em 422 cidades, falata de cartórios.
O gerente de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais do IBGE, Cláudio Crespo, disse que também caiu o porcentual de registro tardio de nascimento (feito após os prazos legais). Em 2005, foi de 13,5%, mas em 2006 caiu para 11,3%.
Mais urbanizados e com indicadores sociais melhores, Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os únicos Estados em que as mães com idades entre 30 e 34 anos tiveram mais filhos que as adolescentes, na faixa de 15 a 19, no ano passado.
O fenômeno dos quatro Estados contradiz uma tendência geral do país. Pouco mais da metade (50,16%) das crianças nascidas em 2006 tinham mães que, na ocasião do parto, tinham até 24 anos completos. Os maiores porcentuais de mães adolescentes foram registrados nos Estados do Maranhão (27,6%), Pará (26,8%) e Tocantins (26,6%)
Considera-se sub-registro a diferença entre o número estimado de mortes e o número apurado nos cartórios.
O indicador diminuiu de 50,9% em 2005 para 46,4% no ano passado, uma variação negativa de 4,5% pontos porcentuais.
O recuo foi de 7,1 pontos no Norte, de 49,7% para 42,6%; de 3 no Centro-Oeste, de 25,7% para 22,7%; de 8,7 no Sul, de 25,1% para 16,4%; e de 7,3 no Sudeste, de 22,8% para 15,5%.
No Norgeste, porém, prticamente não houve mudança: o sub-registro recuou de 69,5% para 68,9%, apenas 0,6 ponto. Segundo o coordenador de População e Indicadores Sociais da instituição, Luiz Antônio Oliveira, o motivo é um componente cultural forte no interior: os "cemitérios de anjinhos". "Essas crianças são sepultadas em cemitérios que não exigem certidão de óbito."
Segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2006, também recuou o porcentual de sub-registro de nascimentos, de 21,9%, em 2000, para 12,7% em 2006. O instituto atribui o sub-registro dos nascimentos à dificuldade de acesso aos cartórios, falta de fiscalização, inexistência de uma rede de proteção à criança e, em 422 cidades, falata de cartórios.
O gerente de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais do IBGE, Cláudio Crespo, disse que também caiu o porcentual de registro tardio de nascimento (feito após os prazos legais). Em 2005, foi de 13,5%, mas em 2006 caiu para 11,3%.
Mais urbanizados e com indicadores sociais melhores, Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os únicos Estados em que as mães com idades entre 30 e 34 anos tiveram mais filhos que as adolescentes, na faixa de 15 a 19, no ano passado.
O fenômeno dos quatro Estados contradiz uma tendência geral do país. Pouco mais da metade (50,16%) das crianças nascidas em 2006 tinham mães que, na ocasião do parto, tinham até 24 anos completos. Os maiores porcentuais de mães adolescentes foram registrados nos Estados do Maranhão (27,6%), Pará (26,8%) e Tocantins (26,6%)