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07 de Dezembro de 2007
Clipping - Jornal O Estado de S. Paulo - Números de divórcios e casamentos sobem
O aumento dos divórcios "alimenta" novas uniões no País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2006, houve 162.244 divórcios (crescimento de 7,7% em relação a 2005) e 889.828 casamentos (6,5% a mais do que em 2005).
"O aumento dos divórcios também faz com que mais pessoas possam se casar, e assim alimenta novas uniões", disse o gerente de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais, Cláudio Dutra Crespo.
A taxa de nupcialidade chegou a 6,7 casamentos por 1.000 pessoas com 15 anos ou mais de idade, após crescimento consecutivo desde 2002, quando era de 5,7. A taxa de divórcio, medida para a população com 20 anos ou mais, subiu de 1% em 1996 para 1,4% em 2006. Já as separações judiciais mantiveram-se estáveis, 0,9%.
"Um dos fatores que também têm propiciado o aumento dos casamentos, após o novo Código Civil, é o incentivo à formalização de uniões estáveis, além da realização de casamentos coletivos", disse Crespo.
Entre as pessoas com 60 anos ou mais, a diferença por sexo nas taxas de nupcialidade mostra uma vantagem para os homens: a taxa é de 3,4%, ante 0,9% para as mulheres.
Diretor da Associação dos Notários e Registradores do Brasil, Alberto Monteiro da Costa avalia que nas próximas pesquisas o aumento dos divórcios será ainda maior, por causa da lei 11.441, de janeiro, que possibilitou a separação e o divórcio consensual por via administrativa.
A maioria das mulheres (30%) se casa entre 20 e 24 anos. Já os homens, entre 25 e 29 (35,8%).
Em 2006, a maior parte das separações foi consensual (76%). O IBGE verificou que 10,7% das separações judiciais foram não consensuais e resultantes de conduta desonrosa ou grave violação do casamento requeridas pela mulher. Com o mesmo fundamento, 3,2% das separações foram requeridas pelo homem.
"O aumento dos divórcios também faz com que mais pessoas possam se casar, e assim alimenta novas uniões", disse o gerente de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais, Cláudio Dutra Crespo.
A taxa de nupcialidade chegou a 6,7 casamentos por 1.000 pessoas com 15 anos ou mais de idade, após crescimento consecutivo desde 2002, quando era de 5,7. A taxa de divórcio, medida para a população com 20 anos ou mais, subiu de 1% em 1996 para 1,4% em 2006. Já as separações judiciais mantiveram-se estáveis, 0,9%.
"Um dos fatores que também têm propiciado o aumento dos casamentos, após o novo Código Civil, é o incentivo à formalização de uniões estáveis, além da realização de casamentos coletivos", disse Crespo.
Entre as pessoas com 60 anos ou mais, a diferença por sexo nas taxas de nupcialidade mostra uma vantagem para os homens: a taxa é de 3,4%, ante 0,9% para as mulheres.
Diretor da Associação dos Notários e Registradores do Brasil, Alberto Monteiro da Costa avalia que nas próximas pesquisas o aumento dos divórcios será ainda maior, por causa da lei 11.441, de janeiro, que possibilitou a separação e o divórcio consensual por via administrativa.
A maioria das mulheres (30%) se casa entre 20 e 24 anos. Já os homens, entre 25 e 29 (35,8%).
Em 2006, a maior parte das separações foi consensual (76%). O IBGE verificou que 10,7% das separações judiciais foram não consensuais e resultantes de conduta desonrosa ou grave violação do casamento requeridas pela mulher. Com o mesmo fundamento, 3,2% das separações foram requeridas pelo homem.