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07 de Dezembro de 2007
Começa disputa para escolher novo procurador-geral de Justiça de SP
O cargo de procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo será disputado por três procuradores, em eleições que acontecem em março. Paulo Afonso Garrido de Paula, candidato do grupo progressista, José Oswaldo Molineiro e Fernando Grella Vieira disputam o lugar do atual procurador-geral Rodrigo César Rebello Pinho, que não concorre por já ter sido reeleito.
Ainda não foi desta vez que promotores conseguiram concorrer ao comando da instituição. O Órgão Especial do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou liminar em Adin (ação direta de inconstitucionalidade) à Associação Paulista do MP, que pretendia incluir a categoria no feito.
Em todo o Estado, são cerca de 1.800 promotores e 200 procuradores de Justiça que devem ir às urnas para escolher até três nomes, em uma eleição plurinominal, que comporão uma lista tríplice.
O voto é obrigatório, em papel, e facultativo aos membros em férias, licença ou afastados. Os aposentados não votam. A lista tríplice é, então, enviada ao governador do Estado, que tem 15 dias para escolher o novo procurador. Ultrapassado o prazo, o candidato mais votado assume o cargo.
No ano passado, Rodrigo Pinho obteve 998 votos, ou 20,6% dos 4.845 que foram contabilizados na eleição ocorrida no sábado (25/3). Concorreram o ex-corregedor-geral do MP-SP, Carlos Henrique Mund, 55 anos; o ex-diretor da Escola Superior do MP, Luiz Daniel Pereira Cintra, 51; René Pereira de Carvalho, 68, que já disputara duas vezes, e Rodrigo Pinho, que tentava a reeleição e havia se descompatibilizado do cargo no dia 22 de fevereiro, para poder concorrer.
Ainda não foi desta vez que promotores conseguiram concorrer ao comando da instituição. O Órgão Especial do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou liminar em Adin (ação direta de inconstitucionalidade) à Associação Paulista do MP, que pretendia incluir a categoria no feito.
Em todo o Estado, são cerca de 1.800 promotores e 200 procuradores de Justiça que devem ir às urnas para escolher até três nomes, em uma eleição plurinominal, que comporão uma lista tríplice.
O voto é obrigatório, em papel, e facultativo aos membros em férias, licença ou afastados. Os aposentados não votam. A lista tríplice é, então, enviada ao governador do Estado, que tem 15 dias para escolher o novo procurador. Ultrapassado o prazo, o candidato mais votado assume o cargo.
No ano passado, Rodrigo Pinho obteve 998 votos, ou 20,6% dos 4.845 que foram contabilizados na eleição ocorrida no sábado (25/3). Concorreram o ex-corregedor-geral do MP-SP, Carlos Henrique Mund, 55 anos; o ex-diretor da Escola Superior do MP, Luiz Daniel Pereira Cintra, 51; René Pereira de Carvalho, 68, que já disputara duas vezes, e Rodrigo Pinho, que tentava a reeleição e havia se descompatibilizado do cargo no dia 22 de fevereiro, para poder concorrer.