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10 de Abril de 2008
Código de Ética da Arpen-SP será apresentado ao Poder Judiciário paulista
As cartilhas com a íntegra do Código de Ética da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo, Arpen-SP, já estão disponíveis na entidade e serão distribuídas ao juiz corregedor Marcos Martins Bonilha Filho da 2ª Vara dos Registros Públicos, e à Corregedoria Geral da Justiça, entre outras entidades e autoridades.
Um exemplar ficará na sede da associação para a consulta de registradores e visitantes. A íntegra do Código de Ética também está disponível no site da Arpen-SP (www.arpensp.org.br), no menu lateral esquerdo, no ícone "Código de Ética".
O código foi elaborado pelo Conselho de Ética da entidade, formado pelas oficialas Geny de Jesus Macedo Morelli (1° Subsdistrito da Capital - Sé), Maria Beatriz Lima Furlan (Distrito de Ermelino Matarazzo - Capital), Silvana Mitiko Koti (2° Subsdistrito da Capital - Liberdade), Evanice Callado Rodrigues dos Santos (Distrito do Jardim São Luís - Capital) e pelo oficial Francisco Márcio Ribas (Distrito de Itaquera - Capital), em parceria com a área jurídica da Associação, e aprovado em Assembléia Geral realizada no mês de março.
Com o novo código, o Conselho pretende desenvolver a ética profissional dos registradores civis, por meio de um trabalho de consciência profissional e, dessa forma, melhorar a imagem da classe perante a sociedade.
Um exemplar ficará na sede da associação para a consulta de registradores e visitantes. A íntegra do Código de Ética também está disponível no site da Arpen-SP (www.arpensp.org.br), no menu lateral esquerdo, no ícone "Código de Ética".
O código foi elaborado pelo Conselho de Ética da entidade, formado pelas oficialas Geny de Jesus Macedo Morelli (1° Subsdistrito da Capital - Sé), Maria Beatriz Lima Furlan (Distrito de Ermelino Matarazzo - Capital), Silvana Mitiko Koti (2° Subsdistrito da Capital - Liberdade), Evanice Callado Rodrigues dos Santos (Distrito do Jardim São Luís - Capital) e pelo oficial Francisco Márcio Ribas (Distrito de Itaquera - Capital), em parceria com a área jurídica da Associação, e aprovado em Assembléia Geral realizada no mês de março.
Com o novo código, o Conselho pretende desenvolver a ética profissional dos registradores civis, por meio de um trabalho de consciência profissional e, dessa forma, melhorar a imagem da classe perante a sociedade.