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11 de Agosto de 2008
Clipping - TV Globo - Chineses correm para se casar neste dia 8 de agosto
No dia da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, os chineses correram para os cartórios. Tudo porque eles acreditam que o número 8 pode trazer prosperidade para o matrimônio.
Veja o vídeo da reportagem.
A superstição que levou os chineses a começar a cerimônia de abertura dos Jogos às 20h do dia 8 do mês 8 de 2008 foi a mesma que provocou também uma corrida aos cartórios. Os repórteres Régis Rösing e Edson Só explicam.
Olha o casamento, casamento! Quem quer casar, vem chegando. Documento na mão, por favor. Tudo OK, pode passar! Próximos, façam fila! A noiva, que esperou tanto por esse dia, chega sozinha. Ah, não, foi o noivo que se atrasou.
Tanta procura dos casais nos cartórios de Pequim tem dois motivos: o número 8 é o algarismo da sorte na tradição chinesa. Ano passado, nesse mesmo dia 8, foram pouco mais de 3 mil casamentos. Este ano, 2008, quase 17 mil casais reservaram um lugarzinho no altar. E a palavra 'oito', em mandarim, tem som quase igual ao da palavra prosperidade.
Estar em um cartório e casar no dia 8 do 8 de 2008 para um casal de chineses é como ficar no lugar mais alto do pódio. Ainda mais que carregam nas mãos, orgulhosos, o certificado de casamento, exibido como troféu, como uma chave que abre o coração do chinês Uan Siu.
Dentro, está o visto para a felicidade. O passaporte do amor, que o chinês Uan Siul beija mais do que a mulher. Pelo menos, em público.
"É melhor do que medalha de ouro", ele diz. "Esperei muito tempo por isso. É um sonho lindo", ele falou, bem acordado.
Não se pode dizer o mesmo de um chinês bem brasileiro. Lu Chung começou o casamento com o pé esquerdo, mas, depois de falar que vai passar a lua-de-mel no Brasil, Lu Chung voltou casado e acertou o passo.
É a sabedoria chinesa, lançando nos Jogos Olímpicos de Pequim uma nova modalidade: a maratona do amor.
Veja o vídeo da reportagem.
A superstição que levou os chineses a começar a cerimônia de abertura dos Jogos às 20h do dia 8 do mês 8 de 2008 foi a mesma que provocou também uma corrida aos cartórios. Os repórteres Régis Rösing e Edson Só explicam.
Olha o casamento, casamento! Quem quer casar, vem chegando. Documento na mão, por favor. Tudo OK, pode passar! Próximos, façam fila! A noiva, que esperou tanto por esse dia, chega sozinha. Ah, não, foi o noivo que se atrasou.
Tanta procura dos casais nos cartórios de Pequim tem dois motivos: o número 8 é o algarismo da sorte na tradição chinesa. Ano passado, nesse mesmo dia 8, foram pouco mais de 3 mil casamentos. Este ano, 2008, quase 17 mil casais reservaram um lugarzinho no altar. E a palavra 'oito', em mandarim, tem som quase igual ao da palavra prosperidade.
Estar em um cartório e casar no dia 8 do 8 de 2008 para um casal de chineses é como ficar no lugar mais alto do pódio. Ainda mais que carregam nas mãos, orgulhosos, o certificado de casamento, exibido como troféu, como uma chave que abre o coração do chinês Uan Siu.
Dentro, está o visto para a felicidade. O passaporte do amor, que o chinês Uan Siul beija mais do que a mulher. Pelo menos, em público.
"É melhor do que medalha de ouro", ele diz. "Esperei muito tempo por isso. É um sonho lindo", ele falou, bem acordado.
Não se pode dizer o mesmo de um chinês bem brasileiro. Lu Chung começou o casamento com o pé esquerdo, mas, depois de falar que vai passar a lua-de-mel no Brasil, Lu Chung voltou casado e acertou o passo.
É a sabedoria chinesa, lançando nos Jogos Olímpicos de Pequim uma nova modalidade: a maratona do amor.