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04 de Outubro de 2008
Secretaria Especial de Direitos Humanos envia missão a Guiné Bissau para fazer prognóstico sobre registro civil no país africano
Uma equipe da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) inicia na próxima segunda-feira (6) missão na Guiné Bissau para fazer um prognóstico sobre registro civil no país. As assessoras Leilá Leonardos (Registro Civil), Maria do Carmo Rebouças da Cruz (Cooperação Internacional), Gícia Falção (Educação em Direitos Humanos) para a África e o diplomata Nathanael Silva, (Divisão de Direitos Humanos do Ministério da Relações Exterior (MRE)
A viagem é emblemática por marcar o início do Programa de Cooperação Sul-Sul que passa a ser implementado pela SEDH. A missão ficará no país durante cinco dias. Em Guiné, elas terão reuniões com a ministra da Justiça, o ministro da Educação, a diretora-geral da Saúde Pública, com a representante residente adjunta do Unicef, dentre outras autoridades locais. A missão está sendo realizada em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação e a Divisão de Direitos Humanos do MRE.
O Brasil e a Cooperação Sul-Sul
Desde o início dos anos 90, o governo brasileiro tem aumentado consistentemente a prestação de cooperação técnica para os países do Sul, com base numa quantidade significativa de conhecimentos técnicos e soluções para o desenvolvimento acumulados nos últimos cinqüenta anos. Muitos destes estão sendo, ou já foram, replicados em países que enfrentam desafios semelhantes ao seu desenvolvimento econômico e social.
A Cooperação Sul-Sul faz parte do esforço brasileiro para melhorar a cooperação bilateral e regional no contexto das suas prioridades de política externa. Esse esforço se torna ainda mais lógico, quando se leva em consideração os laços culturais, históricos, geográficos e políticos que ligam o Brasil à África e aos países da América Latina (principais beneficiários da cooperação brasileira), que contribuem para um ambiente favorável e facilitam um bom intercâmbio de conhecimentos e experiências entre eles.
"A cooperação técnica brasileira, não visa lucro, ou envolve condicionalidades, mas sim, contribui para tornar a construção de instituições em muitos países do Sul, num elemento essencial para a rápida e eficaz transferência e absorção de conhecimentos".
Atualmente, a cooperação prestada pelo Brasil é muito ampla e diversificada, estando focada principalmente nas áreas agrícola, ambiental, de biocombustíveis, formação profissional, educação, saúde, esporte, e combate à fome e à pobreza. Em todos estes casos, os direitos humanos são tratados como sub-temas, sendo abordados de forma transversal, e não como o objeto principal da cooperação.
A viagem é emblemática por marcar o início do Programa de Cooperação Sul-Sul que passa a ser implementado pela SEDH. A missão ficará no país durante cinco dias. Em Guiné, elas terão reuniões com a ministra da Justiça, o ministro da Educação, a diretora-geral da Saúde Pública, com a representante residente adjunta do Unicef, dentre outras autoridades locais. A missão está sendo realizada em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação e a Divisão de Direitos Humanos do MRE.
O Brasil e a Cooperação Sul-Sul
Desde o início dos anos 90, o governo brasileiro tem aumentado consistentemente a prestação de cooperação técnica para os países do Sul, com base numa quantidade significativa de conhecimentos técnicos e soluções para o desenvolvimento acumulados nos últimos cinqüenta anos. Muitos destes estão sendo, ou já foram, replicados em países que enfrentam desafios semelhantes ao seu desenvolvimento econômico e social.
A Cooperação Sul-Sul faz parte do esforço brasileiro para melhorar a cooperação bilateral e regional no contexto das suas prioridades de política externa. Esse esforço se torna ainda mais lógico, quando se leva em consideração os laços culturais, históricos, geográficos e políticos que ligam o Brasil à África e aos países da América Latina (principais beneficiários da cooperação brasileira), que contribuem para um ambiente favorável e facilitam um bom intercâmbio de conhecimentos e experiências entre eles.
"A cooperação técnica brasileira, não visa lucro, ou envolve condicionalidades, mas sim, contribui para tornar a construção de instituições em muitos países do Sul, num elemento essencial para a rápida e eficaz transferência e absorção de conhecimentos".
Atualmente, a cooperação prestada pelo Brasil é muito ampla e diversificada, estando focada principalmente nas áreas agrícola, ambiental, de biocombustíveis, formação profissional, educação, saúde, esporte, e combate à fome e à pobreza. Em todos estes casos, os direitos humanos são tratados como sub-temas, sendo abordados de forma transversal, e não como o objeto principal da cooperação.