Notícias
30 de Dezembro de 2008
Cartório de Porto Feliz completa 120 anos nesta quinta-feira (01/01)
O cartório de Porto Feliz, instalado em 1889, completa, nesta quinta-feira (01/01), 120 anos de existência. Desde outubro de 2007, a serventia está sob a responsabilidade da Oficiala Jane Maria Sibaldelli Romantini. O primeiro ato do registro civil lavrado no cartório foi o de óbito, em 02/01/1889. Após cinco dias, em 07/01/1889, a serventia realizou sua primeira certidão de nascimento, já a de casamento foi emitida em 15/01/1889.
No ano de 1693, um povoado começou a se formar junto à margem esquerda do Rio Anhemby (atual Tietê), a pouco mais de 100 Km de São Paulo. O local era conhecido como "Araritaguaba" (que significa: "lugar onde as araras comem areia") - nome dado pelos índios guaianazes que habitavam a região, em virtude da freqüência com que bandos dessas aves bicavam um salitroso paredão ali existente. O povoamento teve início numa época em que vários sertanistas decidiram abandonar o Bandeirismo pela Agricultura. Era uma comunidade simples, que cultivava o solo apenas para a sua subsistência. No entanto, quando a notícia da descoberta de ouro em Mato Grosso (1719) e Goiás (1725) espalhou-se, a movimentação no vilarejo e o seu conseqüente progresso foram inevitáveis. Por sorte, ele havia se desenvolvido em torno de um estratégico porto natural junto ao primeiro trecho navegável do rio depois de Salto. O porto de Araritaguaba também era conhecido como o "porto feliz", cujos moradores chamavam a atenção por sua alegria e hospitalidade, principalmente quando as expedições fluviais retornavam, ocasiões estas em que havia muita comemoração.
No ano de 1693, um povoado começou a se formar junto à margem esquerda do Rio Anhemby (atual Tietê), a pouco mais de 100 Km de São Paulo. O local era conhecido como "Araritaguaba" (que significa: "lugar onde as araras comem areia") - nome dado pelos índios guaianazes que habitavam a região, em virtude da freqüência com que bandos dessas aves bicavam um salitroso paredão ali existente. O povoamento teve início numa época em que vários sertanistas decidiram abandonar o Bandeirismo pela Agricultura. Era uma comunidade simples, que cultivava o solo apenas para a sua subsistência. No entanto, quando a notícia da descoberta de ouro em Mato Grosso (1719) e Goiás (1725) espalhou-se, a movimentação no vilarejo e o seu conseqüente progresso foram inevitáveis. Por sorte, ele havia se desenvolvido em torno de um estratégico porto natural junto ao primeiro trecho navegável do rio depois de Salto. O porto de Araritaguaba também era conhecido como o "porto feliz", cujos moradores chamavam a atenção por sua alegria e hospitalidade, principalmente quando as expedições fluviais retornavam, ocasiões estas em que havia muita comemoração.