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17 de Março de 2009
Arpen-SP participará de projeto conjunto em cartórios no Estado do Piauí
A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) esteve reunida com as demais entidades de classe da área registral e notarial nesta segunda-feira (16.03), em São Paulo, para debater a participação da associação no projeto piloto que será realizado conjuntamente entre notários e registradores e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para no Estado do Piauí.
Participaram do encontro o presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Oscar Paes de Almeida Filho, que esteve representando o presidente da Arpen-SP, Ademar Custódio, e o ex-presidente da Arpen-SP, Antonio Guedes Netto. "Esta é uma oportunidade única para nós mostrarmos que temos condições de reverter um quadro e aprimorar os serviços em ações da própria categoria. É um projeto sério demais e que envolve uma série de responsabilidades", disse o presidente da Arpen-Brasil.
As demais entidades de classe estiveram representadas pelos registradores imobiliários Sérgio Jacomino e Flauzilino Araújo dos Santos, presidente da Associação de Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), e pelos tabeliães de protesto José Carlos Alves, presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil - seção São Paulo (IEPTB-SP), e notas Ubiratan Pereira Guimarães, presidente do Colégio Notarial do Brasil " Seção São Paulo (CNB-SP) e Paulo Tupinambá Vampré.
O objetivo do projeto é implantar nos cartórios de Piauí um modelo de atendimento registral e notarial a ser difundido para outros Estados. A ação pretende reorganizar o serviço extrajudicial no Estado do Piauí. Segundo o juiz auxiliar do CNJ, Dr. Marcelo Berthe, notários e registradores vão atuar nas 98 Comarcas para informatizar os cartórios e fornecerem capacitação aos funcionários. "Pretendemos implantar um modelo para ser levado a outros Estados", afirmou.
De acordo com o magistrado, os serviços cartoriais no Estado são fornecidos de maneira precária. "Os cartórios são um braço do Judiciário e é fundamental que funcionem bem", explica Berthe. Segundo ele, há problemas estruturais nos cartórios que vão desde a organização administrativa quanto à inexistência de material adequado como tabelas de preços e livros de caixa.
Participaram do encontro o presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Oscar Paes de Almeida Filho, que esteve representando o presidente da Arpen-SP, Ademar Custódio, e o ex-presidente da Arpen-SP, Antonio Guedes Netto. "Esta é uma oportunidade única para nós mostrarmos que temos condições de reverter um quadro e aprimorar os serviços em ações da própria categoria. É um projeto sério demais e que envolve uma série de responsabilidades", disse o presidente da Arpen-Brasil.
As demais entidades de classe estiveram representadas pelos registradores imobiliários Sérgio Jacomino e Flauzilino Araújo dos Santos, presidente da Associação de Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), e pelos tabeliães de protesto José Carlos Alves, presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil - seção São Paulo (IEPTB-SP), e notas Ubiratan Pereira Guimarães, presidente do Colégio Notarial do Brasil " Seção São Paulo (CNB-SP) e Paulo Tupinambá Vampré.
O objetivo do projeto é implantar nos cartórios de Piauí um modelo de atendimento registral e notarial a ser difundido para outros Estados. A ação pretende reorganizar o serviço extrajudicial no Estado do Piauí. Segundo o juiz auxiliar do CNJ, Dr. Marcelo Berthe, notários e registradores vão atuar nas 98 Comarcas para informatizar os cartórios e fornecerem capacitação aos funcionários. "Pretendemos implantar um modelo para ser levado a outros Estados", afirmou.
De acordo com o magistrado, os serviços cartoriais no Estado são fornecidos de maneira precária. "Os cartórios são um braço do Judiciário e é fundamental que funcionem bem", explica Berthe. Segundo ele, há problemas estruturais nos cartórios que vão desde a organização administrativa quanto à inexistência de material adequado como tabelas de preços e livros de caixa.