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16 de Outubro de 2002
Apae propõe parceria com a Arpen-SP
Representantes da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) estiveram presentes na última reunião mensal da Arpen-SP propondo uma nova parceria para o registro civil. Com o objetivo de combater a inadimplência dos hospitais em relação a não realização do teste do pezinho em recém-nascidos, principalmente os provenientes de famílias carentes e de regiões afastadas, a entidade dos portadores de deficiências pede a colaboração do registrador civil no sentido de orientar os pais que forem registrar seus filhos em relação à importância da realização do exame.
"Queremos aproveitar o fato de 98% dos recém-nascidos de São Paulo serem registrados em cartórios para localizar onde estão aquelas famílias que não tiveram acesso à realização do teste", explica Fernando Perrone, voluntário da APAE.
Caberia ao Oficial apenas distribuir um folder, que seria distribuído pela própria APAE aos cartórios, e orientar os pais sobre a importância da realismo do teste. "Todos os postos de saúde estão aptos a realizar o exame do pezinho. Conscientizados da importância deste exame, os pais procurarão os serviços médicos", explica José Moacir, médico pediatra e coordenador de saúde da APAE, que afirma que 50% das crianças nascidas no Estado não têm acesso ao exame.
A não realização do exame, ainda segundo o pediatra José Moacir, não permite o diagnóstico de três tipos de doenças mentais (fenilcetonuria, hipotiroidismo congênito e anemia falsiforme), responsáveis pela infecção de cerca de 29 crianças ao mês. "Em todo os casos, os danos são irreversíveis mas, se diagnosticados nos primeiros 45 dias, podem oferecer ao recém-nascido uma chance de ter uma vida melhor", afirma Moacir.
O projeto de parceria ainda está em estudo, bem como o modelo de infra-estrutura a ser criado pela APAE. "Ficamos muito agradecidos pelo espaço aberto pela Associação", finalizou Perrone. O presidente da Arpen-SP, Oscar Paes de Almeida Filho, reiterou que a entidade dos registradores civis estará sempre aberta a novas propostas. "Estamos dispostos a ajudar e combater este tipo de doença que tantas dificuldades traz à grande parte da população", finalizou.
"Queremos aproveitar o fato de 98% dos recém-nascidos de São Paulo serem registrados em cartórios para localizar onde estão aquelas famílias que não tiveram acesso à realização do teste", explica Fernando Perrone, voluntário da APAE.
Caberia ao Oficial apenas distribuir um folder, que seria distribuído pela própria APAE aos cartórios, e orientar os pais sobre a importância da realismo do teste. "Todos os postos de saúde estão aptos a realizar o exame do pezinho. Conscientizados da importância deste exame, os pais procurarão os serviços médicos", explica José Moacir, médico pediatra e coordenador de saúde da APAE, que afirma que 50% das crianças nascidas no Estado não têm acesso ao exame.
A não realização do exame, ainda segundo o pediatra José Moacir, não permite o diagnóstico de três tipos de doenças mentais (fenilcetonuria, hipotiroidismo congênito e anemia falsiforme), responsáveis pela infecção de cerca de 29 crianças ao mês. "Em todo os casos, os danos são irreversíveis mas, se diagnosticados nos primeiros 45 dias, podem oferecer ao recém-nascido uma chance de ter uma vida melhor", afirma Moacir.
O projeto de parceria ainda está em estudo, bem como o modelo de infra-estrutura a ser criado pela APAE. "Ficamos muito agradecidos pelo espaço aberto pela Associação", finalizou Perrone. O presidente da Arpen-SP, Oscar Paes de Almeida Filho, reiterou que a entidade dos registradores civis estará sempre aberta a novas propostas. "Estamos dispostos a ajudar e combater este tipo de doença que tantas dificuldades traz à grande parte da população", finalizou.