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02 de Setembro de 2003
Cartório do Jaraguá recebe visita da ambulância da Apae-SP para o teste do pezinho
No último dia 28 de agosto, o Registro Civil voltou a prestar um grande serviço social à população da Capital paulista. Uma ambulância da Apae-SP (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) esteve presente nesta data ao cartório do Jaraguá onde realizou mais uma série de coletas para que seja feito o teste do pezinho em recém-nascidos, repetindo assim o trabalho de prevenção que já havia sido feito no final do mês de julho no cartório de Parelheiros.
Joane de Lima levou sua filha, Ariane Carolina de Lima, de nove meses, ao cartório do Jaraguá. e elogiou a iniciativa. "Tive alta logo após o parto e nem sabia que precisava realizar este exame na Ariane. Aqui no Jaraguá foi feita uma grande campanha anunciando que a ambulância viria realizar o teste. Vi um cartaz na igreja e vim trazê-la para fazer o teste. É bom porque também é perto para a gente", disse a mãe, um pouco apreensiva ao ver Ariane fazer o teste.
Quem também foi beneficiada pela iniciativa foi a população indígena da região do Jaraguá. Responsável pela assistência jurídica do povo guarani que mora em uma reserva local, o advogado Marco Antonio levou Tainá e sua mãe ao cartório para realizar o teste e agradeceu o apoio do registro civil aos causas indígenas. "Não é a primeira vez que contamos com o apoio do cartório do Jaraguá e da Oficial Priscila no trabalho com a população índia", disse, revelando que a Oficial Priscila Teixeira de Castro Lopes Agapito já havia realizado um importante trabalho ao regularizar os documentos de nascimento da maioria da população indígena da região.
O advogado também elogiou a possibilidade do exame ser realizado nos cartórios de Registro Civil. "Esta é uma excelente iniciativa, um trabalho social que não tem tamanho. Quem geralmente não faz o teste é a população carente, que enfrenta problemas financeiros, de locomoção e de informação. Fazer o exame perto de casa diminui consideravelmente estes problemas", completou.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Arpen-SP e a Apae-SP, firmada no começo do ano e que inclui a distribuição de panfletos informativos e explicações aos pais que forem registrar seus filhos alertando-os sobre a importância e a necessidade da realização do teste do pezinho, que diagnostica doenças como a Fenilcetonúria, o Hipotireoidismo Congênito e a Anemia Falciforme, que levam à deficiência mental. No Brasil, 35% dos recém nascidos não passam pelo exame, que é obrigatório há dois anos.
O teste do pezinho é uma espécie de exame de sangue, que deve ser realizado somente após 48 horas do nascimento do bebê. O sangue é colhido por meio de um furo no calcanhar da criança. Após a coleta os exames são levados para o laboratório da Apae-SP, que faz a análise clínica e entra em contato com os pais caso seja constatada alguma anormalidade. Na hipótese de tudo estar bem, o exame é encaminhado em até 30 dias de volta ao cartório onde os pais devem ir retirá-lo.
Joane de Lima levou sua filha, Ariane Carolina de Lima, de nove meses, ao cartório do Jaraguá. e elogiou a iniciativa. "Tive alta logo após o parto e nem sabia que precisava realizar este exame na Ariane. Aqui no Jaraguá foi feita uma grande campanha anunciando que a ambulância viria realizar o teste. Vi um cartaz na igreja e vim trazê-la para fazer o teste. É bom porque também é perto para a gente", disse a mãe, um pouco apreensiva ao ver Ariane fazer o teste.
Quem também foi beneficiada pela iniciativa foi a população indígena da região do Jaraguá. Responsável pela assistência jurídica do povo guarani que mora em uma reserva local, o advogado Marco Antonio levou Tainá e sua mãe ao cartório para realizar o teste e agradeceu o apoio do registro civil aos causas indígenas. "Não é a primeira vez que contamos com o apoio do cartório do Jaraguá e da Oficial Priscila no trabalho com a população índia", disse, revelando que a Oficial Priscila Teixeira de Castro Lopes Agapito já havia realizado um importante trabalho ao regularizar os documentos de nascimento da maioria da população indígena da região.
O advogado também elogiou a possibilidade do exame ser realizado nos cartórios de Registro Civil. "Esta é uma excelente iniciativa, um trabalho social que não tem tamanho. Quem geralmente não faz o teste é a população carente, que enfrenta problemas financeiros, de locomoção e de informação. Fazer o exame perto de casa diminui consideravelmente estes problemas", completou.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Arpen-SP e a Apae-SP, firmada no começo do ano e que inclui a distribuição de panfletos informativos e explicações aos pais que forem registrar seus filhos alertando-os sobre a importância e a necessidade da realização do teste do pezinho, que diagnostica doenças como a Fenilcetonúria, o Hipotireoidismo Congênito e a Anemia Falciforme, que levam à deficiência mental. No Brasil, 35% dos recém nascidos não passam pelo exame, que é obrigatório há dois anos.
O teste do pezinho é uma espécie de exame de sangue, que deve ser realizado somente após 48 horas do nascimento do bebê. O sangue é colhido por meio de um furo no calcanhar da criança. Após a coleta os exames são levados para o laboratório da Apae-SP, que faz a análise clínica e entra em contato com os pais caso seja constatada alguma anormalidade. Na hipótese de tudo estar bem, o exame é encaminhado em até 30 dias de volta ao cartório onde os pais devem ir retirá-lo.