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03 de Dezembro de 2003
Clipping - Jornal Diário da Cidade - Marília - Cartório documenta com papel antifraude
O cartório de registro civil de Marília começou a utilizar esta semana papel com sistema antifraude para inibir falsificações de documentos como certidões de nascimento, casamento, interdição, emanicpação, óbito e outros.
Impressão ultravioleta, marca d'água, código de barras, fundo anticópias e numeração cadastral são alguns dos 16 itens de segurança implantados.
O novos papel também possui código de barras, para futuras operações envolvendo leitura ótica, e sistema contra adulteração e fraudes químicas.
"Além disso, todo registro sairá do cartório com número de identificação e número da certidão de série", explica o oficial Antonio Francisco Parra.
Ele diz que a iniciativa partiu da Arpen-SP (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo) e deve ser seguida por outros estados.
O novo papel é emitido pela mesma empresa que atende à Casa da Moeda, responsável pela emissão de notas do Real. "Além da segurança, importante é que se padronizam as certidões. Hoje a de Marília é diferente da de Bauru, da de Tupã", cita Parra.
Raiz
Segundo o oficial do cartório, o novo papel vai inibir não só a falsificação de registros civis mas também de outros documentos como identidades, passaportes.
"A partir de um registro falso você consegue tirar outros documentos, o que a partir de agora ficará mais difícil."
O oficial explica ainda que o novo modelo de papel não será encontrado em livrarias por causa do rigoroso controle de numeração. "Antes você poderia ir a uma livraria, comprar um talão de certidão, fazer um carimbo e emitir registro falso no fundo de casa, por exemplo. Agora não."
Validade
Parra explica ainda que desde segunda-feira todo registro civil emitido no Estado precisa usar o novo papel, caso contrário será considerado nulo.
"Isso vale a partir de 1º de dezembro. Documentos emitidos antes continuam valendo normalmente, a não ser que a pessoa queira trocar."
Data: 03/12/2003
O Oficial Antonio Francisco Parra também concedeu entrevista à televisão TV Marília
Impressão ultravioleta, marca d'água, código de barras, fundo anticópias e numeração cadastral são alguns dos 16 itens de segurança implantados.
O novos papel também possui código de barras, para futuras operações envolvendo leitura ótica, e sistema contra adulteração e fraudes químicas.
"Além disso, todo registro sairá do cartório com número de identificação e número da certidão de série", explica o oficial Antonio Francisco Parra.
Ele diz que a iniciativa partiu da Arpen-SP (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo) e deve ser seguida por outros estados.
O novo papel é emitido pela mesma empresa que atende à Casa da Moeda, responsável pela emissão de notas do Real. "Além da segurança, importante é que se padronizam as certidões. Hoje a de Marília é diferente da de Bauru, da de Tupã", cita Parra.
Raiz
Segundo o oficial do cartório, o novo papel vai inibir não só a falsificação de registros civis mas também de outros documentos como identidades, passaportes.
"A partir de um registro falso você consegue tirar outros documentos, o que a partir de agora ficará mais difícil."
O oficial explica ainda que o novo modelo de papel não será encontrado em livrarias por causa do rigoroso controle de numeração. "Antes você poderia ir a uma livraria, comprar um talão de certidão, fazer um carimbo e emitir registro falso no fundo de casa, por exemplo. Agora não."
Validade
Parra explica ainda que desde segunda-feira todo registro civil emitido no Estado precisa usar o novo papel, caso contrário será considerado nulo.
"Isso vale a partir de 1º de dezembro. Documentos emitidos antes continuam valendo normalmente, a não ser que a pessoa queira trocar."
Data: 03/12/2003
O Oficial Antonio Francisco Parra também concedeu entrevista à televisão TV Marília