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12 de Fevereiro de 2003
Reunião inicia parceria entre Arpen-SP e Apae-SP
A última Sexta-feira (14/02) marcou um dia especial para o Registrador Civil. Através de uma parceria firmada entre a Arpen-SP e a Apae-SP (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo), os Oficiais do Estado de São Paulo poderão colaborar com um exercício de cidadania: evitar que crianças recém-nascidas desenvolvam doenças que possam levar a quadros de deficiência mental.
Funcionários do setor de nascimento de cada um dos 60 cartórios inscritos nesta primeira etapa da parceria estiveram presentes na sede da Apae-SP onde obtiveram instruções de como orientar os pais, no momento do registro de nascimento, a respeito da importância do chamado "teste do pezinho". Este teste nada tem a haver com a impressão plantar exarada na declaração de nascidos vivos. Além disso, conheceram um pouco mais sobre a Apae-SP e sobre as doenças que podem ser evitadas.
Ao realizar o registro de nascimento, o funcionário, além de informar a parte sobre a necessidade do "teste do pezinho" e das doenças que podem ser evitadas - anemia falciforme (que pode chegar a ser letal), o hipotireoidismo congênito e a fenilcetonúria -, pode encaminhar o recém-nascidos para um dos hospitais credenciados pela Apae-SP, ou para a própria sede da entidade - Rua Loefgreen, 2109, Vila Clementino perto do metrô Santa Cruz - onde o exame poderá ser realizado. O ideal é que a criança faça o teste até seis semanas após o nascimento, pois assim seu tratamento se iniciará antes do desenvolvimento da deficiência.
A Apae-SP distribuirá material informativo - cartazes, folders e planfetos - para todos os cartórios, com as orientações necessárias aos funcionários e às partes. Caso a pessoa não tenha como se locomover a um dos postos credenciados para o exame, a Apae-SP estará disponibilizando, em dias previamente agendados, uma ambulância para ir ao cartório realizar a coleta do sangue. Neste caso, a serventia cederá a sala de casamentos para a coleta, já que a ambulância estará agendando o atendimento nos dias em que não houver cerimônias.
Segundo a Apae-SP, o fato de 98% das crianças nascidas no Estado de São Paulo foi essencial para que se firmasse a parceria com a Arpen-SP. "Precisávamos chegar nas pessoas que não tinham informações sobre o teste e a melhor maneira seria através do registro de nascimento da criança, já que o número é quase total de crianças registradas em São Paulo", diz José Moacir, coordenador de Saúde da Apae-SP.
Apesar de ser Lei Federal, o "teste do pezinho" não é realizado por muitas maternidades. Por só poder ser realizado após 48h do nascimento da criança - quando esta já estiver alimentada - , e os hospitais acabarem liberando as mães antes deste prazo as crianças ficam sem realizar o exame. Por isso é essencial a colaboração dos funcionários no sentido de orientar na realização do exame, já que podemos ajudar a dar uma vida digna para milhares de crianças.
Funcionários do setor de nascimento de cada um dos 60 cartórios inscritos nesta primeira etapa da parceria estiveram presentes na sede da Apae-SP onde obtiveram instruções de como orientar os pais, no momento do registro de nascimento, a respeito da importância do chamado "teste do pezinho". Este teste nada tem a haver com a impressão plantar exarada na declaração de nascidos vivos. Além disso, conheceram um pouco mais sobre a Apae-SP e sobre as doenças que podem ser evitadas.
Ao realizar o registro de nascimento, o funcionário, além de informar a parte sobre a necessidade do "teste do pezinho" e das doenças que podem ser evitadas - anemia falciforme (que pode chegar a ser letal), o hipotireoidismo congênito e a fenilcetonúria -, pode encaminhar o recém-nascidos para um dos hospitais credenciados pela Apae-SP, ou para a própria sede da entidade - Rua Loefgreen, 2109, Vila Clementino perto do metrô Santa Cruz - onde o exame poderá ser realizado. O ideal é que a criança faça o teste até seis semanas após o nascimento, pois assim seu tratamento se iniciará antes do desenvolvimento da deficiência.
A Apae-SP distribuirá material informativo - cartazes, folders e planfetos - para todos os cartórios, com as orientações necessárias aos funcionários e às partes. Caso a pessoa não tenha como se locomover a um dos postos credenciados para o exame, a Apae-SP estará disponibilizando, em dias previamente agendados, uma ambulância para ir ao cartório realizar a coleta do sangue. Neste caso, a serventia cederá a sala de casamentos para a coleta, já que a ambulância estará agendando o atendimento nos dias em que não houver cerimônias.
Segundo a Apae-SP, o fato de 98% das crianças nascidas no Estado de São Paulo foi essencial para que se firmasse a parceria com a Arpen-SP. "Precisávamos chegar nas pessoas que não tinham informações sobre o teste e a melhor maneira seria através do registro de nascimento da criança, já que o número é quase total de crianças registradas em São Paulo", diz José Moacir, coordenador de Saúde da Apae-SP.
Apesar de ser Lei Federal, o "teste do pezinho" não é realizado por muitas maternidades. Por só poder ser realizado após 48h do nascimento da criança - quando esta já estiver alimentada - , e os hospitais acabarem liberando as mães antes deste prazo as crianças ficam sem realizar o exame. Por isso é essencial a colaboração dos funcionários no sentido de orientar na realização do exame, já que podemos ajudar a dar uma vida digna para milhares de crianças.